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Gestão financeira na aposentadoria

Buscando atualizar-me quanto ao que estão discutindo na web, encontrei um artigo interessante no website O Dia, intitulado Planejamento alivia aposentadoria. Leitura agradável e bem clara que trata de um assunto bem simples: todo mundo sabe que o momento atual não está sendo nada favorável para quem vive da aposentadoria (ou está planejando requerer a sua), então é importante saber como superar os possíveis obstáculos financeiros que virão pela frente.


Um ponto interessante e comentado pelo website O Dia é a respeito do crédito consignado: pode parecer uma boa ideia, já que é fácil de fazer e os juros são baixos, mas se não for realizado dentro de um planejamento bastante prudente, pode ser somente o pontapé para iniciar ou aumentar ainda mais a bola de neve financeira em sua vida, causando estragos devastadores.


Outro ponto levantado é a questão da gestão financeira: como organizar-se financeiramente para reduzir o impacto da crise em seu orçamento. Como sempre, as dicas aqui apresentadas não fogem muito do nosso tripé “gaste menos, ganhe mais, invista melhor”. Se você possui bons conhecimentos ou habilidades em algo – e tenha certeza que, ao atingir essa faixa etária, todos nós temos ambas as coisas! – então você pode empregá-los a seu favor a fim de aumentar seu poder financeiro. Quem é bom em conteúdos escolares, por exemplo, pode oferecer reforço escolar, quem domina artesanato pode fazer peças para vender em feiras e exposições e assim por diante. O importante é entender que esta é uma oportunidade de fazer algo que goste e ainda ganhar algum dinheiro!


E se você pretende aposentar-se, claro, a dica é planejar-se e poupar/investir tanto quanto puder pensando em seu futuro. Há muito tempo depender somente do INSS não é um bom plano de previdência e previdência privada pode não ser a melhor opção. Assim sendo, procure por opções de investimento de acordo com o seu perfil e faça aplicações periódicas. Especialistas apontam que um mínimo de 10% de seu salário deve ser poupado para tal fim, mas quem desejar acelerar um pouco o processo pode investir mais do que isso!

Financiamento de imóveis: como fazer o seu!


Você tem o sonho de fazer um financiamento de imóveis, mas não sabe como? A obtenção da casa própria é um dos principais objetivos de toda pessoa quando se torna um trabalhador, pois é o significado de uma independência com a obtenção do local em que vai morar e ainda uma importante conquista enquanto pessoa e para isso uma das práticas mais usadas é o financiamento de imóveis.

Este tipo de atividade financeira está sendo uso de maneira cada vez mais intensa nos dias atuais, mas precisa para o seu correto manuseio que seja obtida e mantida da melhor maneira possível para garantir o pagamento e obtenção da casa de forma definitiva ao final do mesmo.

Tipos de financiamento de imóveis

A primeira informação que deve ser buscada com relação a este assunto são os tipos de financiamento de imóveis que são possíveis na atualidade para que ocorra uma escolha mais tranqüila.

De forma inicial é possível financiar a compra de imóveis residenciais, comerciais, terrenos ou ainda solicitar recursos para a construção, reforma e ampliação dos locais desejados.

Com a delimitação do tipo de imóvel ou atuação no mesmo que você pretende fazer é importante saber que os imóveis com preços de até R$500 mil podem ser financiados pelo chamado SFH (Sistema Financeiro de Habitação) e os imóveis com preços maiores que esses são excluídos deste sistema.

Em todos os financiamentos de imóveis existe uma taxa de juros que pode ser pré-fixada e por isso permanece a mesma durante todo o tempo do contrato firmado ou pode ser ainda pós-fixada podendo ser aumentada ou diminuída de acordo com a Selic que é a taxa básica de juros.

Além dessas opções gerais que podem ser feitas em qualquer instituição bancária existe nos dias atuais o Programa Minha Casa, Minha Vida do governo federal que pode ser feito por pessoas que tenham renda familiar de até R$1.600,00 – por meio de sorteio de casas pelas prefeituras municipais – ou de até R$5.000,00 com a obtenção de subsídios e descontos nos correspondentes da Caixa Econômica Federal.

Como se organizar para ter um financiamento de imóveis

Com todas estas alternativas é possível perceber que são muitas as opções para conseguir um financiamento de imóveis, mas antes de fazer este negócio é preciso que você se organize para a sua obtenção com a verificação de seus objetivos com relação ao imóvel, ou seja, você fará um investimento, será uma casa residencial, para reformar, comprar um lote, dentre outros.

Depois disso é preciso conferir na modalidade de financiamento escolhida se você possui os requisitos e a documentação necessária para conseguir a aprovação do financiamento.

Em seguida é grande relevância verificar as suas finanças que devem conseguir por um longo período de tempo serem suficientes para pagar o financiamento e manter as contas habituais de casa e da vida em geral.

Maneira de gerenciar um financiamento de imóveis

Com a devida organização e garantia da existência de recursos financeiros suficientes para manter o investimento a ser feito é preciso, então, efetuar de maneira prática o financiamento imobiliário desejado.

Com a sua concretização é necessário elaborar um bom planejamento para o seu gasto – no caso de construção e reforma – ou ainda escolher o melhor imóvel já pronto para a sua compra.

Além disso, é de grande importância buscar controlar de maneira bem correta os pagamentos e a evolução de seu financiamento de imóveis para evitar problemas como a perda da casa ou outro tipo de imóvel adquirido garantindo como consequência a satisfação com o investimento feito.

E você, já conseguiu fazer o seu financiamento de imóveis para ter sua casa própria ou ainda não conseguiu se organizar para ter um?

Viu como qualquer pessoa pode ter sua casa e realizar este sonho universal? São simples gestos que ajudam você a se organizar…Considere-os e tenha a sua casa do jeito que sempre quis, lembrando que é preciso ter persistência e paciência, conforme o valor do imóvel que for comprar. Mas no final vale a pena, então arrisque e realize este objetivo.

Se você já fez o seu financiamento de imóveis e tem algumas dicas para dar ainda mais certo, compartilhe com todos!

Quer sair do débito? Então pare de cavar o buraco!

Se você é um dos nossos fiéis leitores, provavelmente já leu outros artigos nossos sobre sair do débito e quitar dívidas. E se você “caiu aqui de pára-quedas”, isto é, chegou até este artigo a partir de uma busca no Google, aqui vai uma dica bem simples: se quer sair do débito, então pare de cavar (ainda mais) o buraco!

A ideia de escrever este artigo partiu da leitura de um artigo que leva o mesmo título, só que em inglês, do website Credit Card Smarts. O endereço do artigo, para quem desejar lê-lo, é: Want to get out of debt? Stop digging the hole!.

Você já percebeu que quando estamos endividados as coisas parecem só ficar piores? Uma das razões é justamente porque acabamos por acumular mais e mais dívidas, isto é, cavamos ainda mais o buraco (que pode se tornar a nossa “cova financeira” a qualquer momento). E é incrível como é tão fácil cavar ainda mais o buraco!

Por que tendemos a cavar mais o buraco?

Se você está acompanhando nossas discussões sobre o livro As 5 Etapas do Planejamento Financeiro, provavelmente já sabe o por quê disso. E se não está acompanhando, saiba que a razão é uma só: é difícil sair de nossa zona de conforto (neste caso, consumindo e gastando menos), principalmente porque, quando se fala em consumir, muitos de nós associam a imagem de “consumir menos” a perda de status. E uma coisa não tem nada a ver com a outra, mas infelizmente é assim que vemos.

Seu vizinho trocou de carro por um mais barato ou não mais viaja todo feriado? Deve estar com problemas financeiros. Sua amiga não vai mais ao salão duas vezes por mês? O bolso deve estar apertado, ou mesmo alguns dizem que “caiu o padrão de vida”. E por termos essa imagem tão arraigada de que “pessoas com alto status consomem mais”, acabamos por não fazer a coisa mais fácil que há (ao menos em teoria) para controlar o déficit financeiro: parar de gastar.

Como seria sua vida se ganhasse um aumento de 15%?

Segundo dados daquele mesmo artigo que indiquei, especialistas em finanças pessoais apontam que 10% a 15% de toda a renda familiar é geralmente desperdiçada. Esse desperdício pode ser por meio de pagamento de juros e multas por atraso, gastos mais altos com parcelamento de compras e mesmo com compras desnecessárias. Agora eu quero que pense e me responda: quão melhor não seria a vida de sua família se aquele desperdício de 15% dos recursos financeiros fosse eliminado? É praticamente a mesma coisa de ter um aumento de 15%!

Pois é, mas infelizmente, no dia-a-dia, não é assim que muitas pessoas vêem sua situação financeira, encaram como se a única solução para seus problemas fosse ganhar mais, não percebendo que o gastar menos pode ser muito mais fácil e efetivo!

Como parar de cavar o buraco?

Comece por pagar todas as suas contas em dia: pagamentos atrasados geralmente envolvem despesas com juros e multas. Evite também realizar compras parceladas, tente sempre pagar à vista e, se possível, pechinche: não é vergonha pagar menos por algo, afinal de contas, você ainda está pagando por isso! Além disso, antes de comprar algo, reflita por pelo menos uma hora se realmente vale a pena comprá-lo: é importante tomar cuidado com certas promoções que conseguem incutir na gente a ideia de que “mesmo não precisando daquilo hoje, é bom aproveitar enquanto está com o preço baixo”, afinal de contas, o preço baixo é geralmente ilusório.

Viu só? Em um único parágrafo conseguimos resumir algumas das medidas mais importantes para “estancar o vazamento financeiro” por onde minam muitos de nossos recursos. Sim, eu sei, é fácil falar, principalmente quando há uma “promoção de 50% de desconto” e “bate a tentação”. Mas se você preferir comprar aquele item quando realmente houver necessidade e recursos financeiros (dinheiro), você perceberá que, pesquisando direitinho, poderá encontrar aquele mesmo item por um preço até mesmo menor!

E então, pronto para parar de cavar o buraco e começar a construir a sua prosperidade?

Como otimizar o uso do 13º salário

Por mais que se possa criticar o fato de ser empregado, no entanto, o que é inegável são os benefícios eventuais que se tem quando está trabalhando para alguém, como décimo terceiro salário, férias, horas extras, entre outros direitos assegurados em lei.

Quando você é o seu próprio patrão é que você passa a verificar como tais benefícios são pesados para o empregador e que muitas vezes o empregado pouco valoriza, desvalorizando tais recursos adicionais que com freqüência são recebidos e  usados  sem quaisquer critérios.

Normalmente o recebimento do décimo terceiro salário  é motivo de muita expectativa não só do trabalhador como de toda família, posto que todos criam destinações e expectativas para tal receita, mesmo antes dela chegar aos bolsos dos trabalhadores.

No entanto, tal expectativa não significa que o beneficiário tenha se programado conscientemente sobre o que realizar com este valor a mais em sua folha de pagamento.

Podemos  até dizer que se programe para gastar sim, porém de forma irracional, com gastos supérfluos que em nada vão ajudar o desenvolvimento financeiro da família.

O décimo terceiro, via de regra, já nasce morto, todo comprometido mesmo antes de seu recebimento.

Infelizmente, a cultura do brasileiro não sabe lidar com recebimentos adicionais e o que poderia ser uma receita a mais acaba por se tornar várias despesas a mais; gasta-se todo o décimo terceiro e ainda o cartão de credito, o cheque especial e uma parte do salário do mês seguinte.

Tal recurso que poderia desafogar a apertada situação financeira, acaba por acarretar apertos maioresainda no orçamento familiar.

O décimo terceiro é visto unicamente como fonte de recursos para presentes de natal, festas, ceias e amigos secretos e acaba aumentando os gastos desnecessários, esquecendo-se completamente que no início do ano seguinte há pesadas despesas inadiáveis e que não devem ser deixadas de pagar, como IPVA, IPTU, ISS, matrícula de escola, material escolar, entre outras.

Portanto, antes de comprometer todo o valor desta renda adicional, pense coerentemente sobre as suas reais necessidades e o que realmente pode ser realizado com tal valor.

Pague as suas dívidas

Se você é devedor, esta com certeza é a primeira orientação: pague as suas dívidas.

Caso você esteja devendo o cheque especial ou cartão de crédito ou tenha qualquer outra despesa, tente com este recebimento adicional quitar ou amortizar as suas dívidas, para que possa ter uma tranquilidade financeira maior para você e sua família.

Se houver condições de pagar a sua dívida à vista tente obter desconto.

Por mais que as compras sejam sedutoras, raciocine com a cabeça e não com o coração.

Pense unicamente em diminuir as suas dívidas e colocar em dia a sua situação financeira.

Pode ser que tal comportamento venha a decepcionar algumas pessoas e vejam você com maus olhos, porém o resultado positivo pode superar todas estas adversidades e lhe garantir altos pontos positivos futuros.

Se você considera ser impossível não gastar alguma coisa com o décimo terceiro, então racionalize a sua utilização, reserve uma parte dele para gastar da forma como quiser e o restante dele para os compromissos financeiros existentes.

Você precisa entender o seu atual momento.

Se você está com a sua situação financeira comprometida, não há cabimento ir dando presentes de Natal a todos, limite-se aos filhos e esposa(o) e lembranças que caibam no seu orçamento, que estejam dentro do valor recebido de adicional de final de ano.

Poupar Agora

Se você não está devendo, se a sua situação financeira está equilibrada, mesmo assim, não é aconselhável gastar todo o valor do décimo terceiro, mas sim, poupar uma parte dele, quem sabe 30%, para pensar no amanhã, ter um planejamento financeiro, para que na hora em que houver necessidade de algum recurso financeiro, tê-lo disponibilizado.

Portanto, se você vive um bom momento financeiro, pode-se dar ao luxo de fazer alguma extravagância, porém de forma moderada.

Pode gastar sim, mas deve investir também, para que esta situação financeira privilegiada não seja passageira, mas que perdure.

Pense que durante onze meses, você sobrevive sem o décimo terceiro, então que tal, se no recebimento deste adicional  você pegar este valor  e o depositar integralmente?

Pense a longo e médio prazo, não pense apenas no hoje. Se hoje tem condições de poupar, poupe e tenha recursos financeiros na hora da necessidade, pois quem tem dinheiro guardado, sempre tem melhores condições de realizar bons negócios.

Por Denilson Garcia dos Santos

[Este artigo faz parte de uma série de artigos que compõe o curso Finanças Pessoais]

Saiba separar o pessoal do profissional

Tal título é extremamente complexo e podemos analisá-lo  sob dois aspectos principais:

a) levar problemas da casa para o trabalho e vice-versa

Como o objetivo deste curso é fornecermos diretrizes para as finanças pessoais, tal tema embora importantíssimo, não será por nós tratado de forma aprofundada, mas fica a dica, de não misturar os acontecimentos profissionais com os pessoais.

No momento em que chegar ao trabalho esqueça todos os aborrecimentos e problemas que possam ter ocorridos em sua casa e no momento em que chegar a sua casa, apague totalmente de sua memória todas as cobranças, críticas, metas e tudo o relacionado a trabalho, para se dedicar unicamente a sua família.

O título do artigo explicita bem o que deve ocorrer: Saiba separar o pessoal do profissional.

b) misturar as finanças pessoais com as finanças empresariais

Embora a própria fiscalização tributária exija a distinção entre as obrigações pessoais das obrigações empresariais, no entanto, mesmo assim, muitos e muitos pequenos e médios empresários, costumam confundir as coisas e tratam contas pessoais como se fossem da empresa e vice-versa. (Nota de Christiano: Isto pode ocorrer também, por exemplo, com aqueles que ainda não formalizaram seu negócio, isto é, não constituíram uma empresa, e muito provavelmente não se utilizam dos serviços de um contador, efetuando todo o balanço financeiro eles próprios)

A contabilidade é constituída de sete princípios e um deles, o Princípio da Entidade, determina exatamente isto, que “o patrimônio da empresa não se confunde com o patrimônio dos seus sócios”.

Ou seja, isto é uma determinação legal, de forma alguma se pode fazer lançamentos de débitos pessoais dos sócios na contabilidade empresarial, pois esta infração é passível de multa.

Por meio deste princípio contábil podemos extrair de forma simplória o seguinte entendimento: não é porque você é o dono da empresa, que você pode usar recursos da empresa para pagar as suas contas pessoais.

Se tal procedimento for realizado, o fisco pode lhe autuar. (Nota de Christiano: No caso daqueles que não formalizaram seu negócio ainda, também terão problemas quando não dissociam as contas pessoais das empresariais, por exemplo, terá muito mais dificuldades para perceber se é o seu negócio que não está sendo lucrativo ou se suas contas pessoais estão “digerindo” todo o capital de giro, dificultando o sustento do empreendimento)

Misturar as duas pessoas (física e jurídica) com certeza, além de poder ser autuado pelos órgãos fiscalizadores, implicará ainda na impossibilidade de se fechar o fluxo de caixa da empresa, assim como uma possível planilha de orçamento doméstico.

Fluxo de caixa é o controle efetuado com o intuito de se verificar as contas a pagar e a receber de uma empresa e se houver confusão com contas pessoais, o balanço não fechará.

Para que ocorra esta separação de forma total e absoluta, o empresário deve fazer a abertura da conta empresarial e a da conta pessoal, para que desta forma elas não se misturem e realmente passem a ter vida própria.

As receitas empresariais serão depositadas na conta jurídica e as despesas da pessoa jurídica serão exclusivamente realizadas da conta jurídica.

A existência de duas contas correntes facilita até mesmo na realização da declaração do imposto de renda, pois se tem a movimentação clara e facilitada das pessoas física e jurídica.

O empresário deve fixar o valor necessário para a sobrevivência mensal dele e da família e fazer as retiradas mensais a título de distribuição dos lucros e tal importância preferencialmente depositar na conta pessoal e ir efetuando os pagamentos mensais pessoais.

A justiça comum também reconhece tal princípio contábil, tanto é que se determinada empresa estiver sendo executada, primeiramente executará o patrimônio da empresa e os patrimônios dos sócios responderão de forma subsidiária ao patrimônio da empresa e a esta possibilidade, no mundo do direito se denomina como “desconsideração da pessoa jurídica para constrição do patrimônio dos sócios”.

Ou seja, primeiro se executa o patrimônio da empresa. Tal patrimônio foi insuficiente para o pagamento da dívida, então se executa o patrimônio dos sócios. No momento em que se executa o patrimônio dos sócios, ocorre a desconsideração da pessoa jurídica.

Ou seja, o juiz pode desconsiderar como patrimônios distintos o da empresa e o pessoal, quando verificar que o patrimônio da empresa é insuficiente para o pagamento da indenização e se socorrer do patrimônio do proprietário da empresa.

No entanto, tal posição jurisdicional não é regra e normalmente é adotado, somente quando comprovada má-fé por parte do administrador ou proprietário da empresa em fraudar aos credores ou ao fisco.

Tal entendimento de exceção por parte dos nossos magistrados, serve para comprovar o quanto tal princípio contábil, o Princípio da Entidade, exigido e reconhecido em nosso mundo empresarial e jurídico.

Então, se você é um empresário que tem o hábito de misturar os recursos financeiros de suas duas pessoas, a pessoa física e a pessoa jurídica, tenha uma mudança de postura e saiba separar o pessoal do profissional e esteja em dia com as determinações legais vigentes.

Por Denilson Garcia dos Santos

[Este artigo faz parte de uma série de artigos que compõe o curso Finanças Pessoais]