Papo Reto: Primeiros passos investindo, lenta recuperação da economia brasileira e perspectivas para 2018

Já faz um bom tempo que não publico um “papo reto” aqui, então o papo de hoje vai trazer uma análise bastante extensiva das notícias e artigos que podem impactar o pequeno e médio investidor brasileiro. E apesar de saber da importância do cenário político, não trarei aqui textos referentes a votações de Senado, corrupção e outras coisas mais – já há muito website por aí falando sobre isso o tempo todo, para que mais um, não é mesmo?

Então, falaremos hoje sobre os indicadores econômicos nacionais e a perspectiva para o crescimento do PIB para 2018, risco de rebaixamento da nota do Brasil no S&P, por onde o investidor iniciante deve começar e dicas para tornar sua iniciativa no mundo dos investimentos realmente lucrativa. Está pronto? Então, vamos!

Cenário econômico brasileiro mais ou menos estável

Publicado em: Relatório semanal – Juros Baixos, Meireles: Com reformas, Brasil pode crescer a uma taxa de 4%

Segundo o website JurosBaixos.com.br, o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (GPI-DI) está apresentando uma tendência de alta, confirmada pela subida de 0,62% no mês de setembro, como consequência da subida de preços no setor atacadista de itens agrícolas e combustíveis. Apesar disso, acumula deflação de 2,03% no ano e 1,04% nos últimos 12 meses, o que significa que é muito cedo para dizer que teremos altas seguidas da inflação nos próximos meses.

Segundo o IBGE, na comparação de julho e agosto deste ano as vendas do varejo apresentou várias quedas, com destaque para os setores de livros, jornais, revistas e papelaria (-3,1%) e combustíveis e lubrificantes (-2,9%), afetados pelo aumento do preço dos combustíveis e dos preços da celulose no mercado internacional.

Durante o 20º Congresso Brasileiro de Corretores de Seguros, o ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Dyogo Oliveira, apresentou uma projeção para o crescimento da economia brasileira em 2018 de 2,5%. Já a avaliação do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, é muito mais otimista, apontando que a economia brasileira poderá crescer a uma taxa de 4% durante os próximos três anos, caso a reforma da previdência seja aprovada. E aqui nossos pontos de vista são divergentes: o governo realmente precisa “enxugar” a máquina e melhor usar seus recursos a fim de produzir mais e não somente gerar dívidas, mas não vejo a reforma da previdência como sendo a melhor solução, pelo menos não a mais democrática, já que políticos conseguem inúmeros benefícios em termos de auxílio ou até mesmo previdenciários que muito possivelmente não serão afetados por tal reforma, sendo somente o restante da população quem “pagará o pato”.

Standard & Poor’s ameaça rebaixar nota do país caso reforma previdenciária seja adiada

Publicado em: S&P alerta rebaixamento se reforma da Previdência for adiada

E uma notícia não muito boa é que a agência de classificação de risco Standard & Poor’s (S&P) alertou que poderá rebaixar a nota do Brasil caso mudanças nas regras de aposentadoria e pensão não sejam realizadas em tempo hábil, o que pode pressionar e acelerar a votação bem como influenciar o resultado, já que ela está reforçando o interesse positivo do mercado estrangeiro na aprovação da reforma previdenciária.

Quanto menor for a nota de um país no sistema de classificação da S&P maior a probabilidade de “calote”, aumentando o risco para investidores estrangeiros que passam a exigir juros maiores devido ao risco – o que não é nada saudável para nossos cofres e bolsos, já que quando o governo paga juros maiores significa que dinheiro que poderia ser destinado para outra área (Educação, Transporte, Segurança, Saúde etc.) está sendo usado para mitigar as dívidas.

Começando a investir? Prepare-se melhor e dê seus primeiros passos

Publicado em: Poupança em 2018, Onde investir 5 mil reais?, Os homens mais ricos do mundo e do Brasil e Investir em ações é arriscado?.

O blog da corretora Rico explica por que a poupança não é um bom investimento para 2018. Quanto a isso, não vou entrar em muitos detalhes, já que desde a mudança no cálculo de rentabilização da poupança ela deixou de ser uma boa opção de investimento, tanto quando a taxa Selic está alta quanto (pior) quando está baixa, que é a situação atual.

Agora, uma coisa realmente legal que a corretora Rico escreveu (em outro post) foi quanto a opções para investir 5 mil reais que considero um dos passos iniciais de muitos que começam a investir – seja para comprar uma casa ou trocar o carro, seja para sua aposentadoria. Assim, a depender da duração da aplicação, estas são as sugestões da mesma:

  • Até seis meses – escolha aplicações seguras e evite investimentos mais arriscados. Uma opção são os títulos do Tesouro Direto, como o Tesouro Selic (LFT).
  • De seis a doze meses – continue na renda fixa e não se exponha a riscos. As opções são fundos de renda fixa e novamente Tesouro Selic.
  • De um a dois anos – quanto maior o prazo, melhor poderá ser a rentabilidade da aplicação. Nesse caso, sugerem-se fundos multimercados moderados, fundos de ações moderados e Tesouro IPCA+.
  • Dois anos ou mais – pode-se buscar alternativas mais agressivas (e portanto mais arriscadas), como fundos de ações, fundos multimercados, COE, debêntures, Tesouro Direto (prefixado e IPCA+), CDB, LCI etc.

Eu, sinceramente, considero dois anos muito pouco tempo para uma estratégia envolvendo ações ou fundos de ações, principalmente para quem está começando, mas pode ser interessante do ponto de vista de aprender na prática sobre as oscilações de mercado, não é mesmo?

Já o GuiaInvest publicou uma matéria colocando “em cheque” o pensamento comum que afirma que investir em ações é arriscado e lembra que arriscado é investir em algo sem conhecê-lo, assim sendo, se você educar-se primeiro sobre a bolsa de valores, compra e venda de ações, taxas envolvidas e retornos esperados, poderá montar sua estratégia “matematicamente bem fundamentada” e reduzirá as chances de perda e maximizará as chances de ganho no longo prazo. Você pode aprender outras dicas em nosso artigo Investindo em ações.

Bem, é isso. encerro por aqui nosso papo de hoje e espero não atrasar mais tanto nos próximos. Mas diz aí: qual a sua expectativa para a economia brasileira e qual o seu plano de investimentos para 2017/2018?

ViralTag

ViralTag define-se como uma ferramenta para “gerenciar múltiplas redes sociais, agendar posts ilimitados, reciclar conteúdo sempre atual, colaborar com sua equipe e analisar desempenho – tudo de um único painel”. Para mim, soa como um monte de palavras bonitas, mas será que é tudo isso mesmo? Será que vale a pena incluir essa ferramenta em meu (e também no seu) kit para marketing?

UPDATE: No momento, não estou mais usando a ferramenta ViralTag. É uma ótima ferramenta, mas considerando-se custo e funcionalidades de que necessitava, encontrei outra que está me suprindo muito bem. Quer saber qual? Veja no artigo Marketing em Redes Sociais… Isso ainda funciona?

ViralTag - página inicial

Para quem prefere respostas curtas:

ViralTag é uma ferramenta incrível e deveria fazer parte de seu kit para marketing, principalmente se usada em conjunto com outras como Stencil ou Canvas. Seu principal ponto positivo é a possibilidade de categorizar posts (descrição+imagem+hyperlink) e incluí-los em uma lista como conteúdo sempre atual (evergreen), assim sendo automaticamente republicados segundo um período estabelecido por você. O principal ponto negativo talvez seja o preço, pois para quem está começando e ainda não possui uma grande audiência nas redes sociais o plano individual por USD 24.00 mensais pode ser bastante salgado.

Dito isso, agora vamos analisar com calma a ferramenta (e, “de quebra”, esse artigo pode lhe servir como um tutorial sobre a mesma)…

Por que mais uma ferramenta para marketing em redes sociais?

Não é de hoje que realizo pequenos experimentos quanto a marketing em redes sociais. Por muito tempo realizei testes com o Twitter, entretanto negligenciei bastante o Facebook, pois entendia que demandaria muito tempo de mim engajar e publicar adequadamente em ambas as redes sociais, afinal de contas a maior parte das ferramentas que tenho utilizado requerem ainda a publicação manual para o Facebook, entretanto ViralTag tem uma pegada diferente, permitindo agendar e até mesmo reusar de forma automatizada conteúdo (textual e visual) nas principais redes sociais.

E como ele pode ajudá-lo? Após experimentá-la por alguns dias (eles oferecem um trial de duas semanas, porém eles foram muito atenciosos e expandiram o limite de meu trial por mais uma semana), posso dizer que ela oferece facilidades para:

  • Conectar contas de usuário de seis grandes redes: Twitter, Facebook, Pinterest, Tumblr, Linkedin e Instagram (senti falta somente do Google+);
  • Publicar ou agendar posts com conteúdo visual e hyperlink (nem toda ferramenta que testei até o momento oferece isso!);
  • Categorizar posts (facilita repostagem posterior) bem como marcá-los como “evergreen”, assim a própria plataforma pode republicar de acordo com um período especificado por nós sem intervenção humana alguma (como já disse, o ponto mais forte da ferramenta, sem dúvida);
  • Buscar postagens dentro de certos nichos (todos em inglês, infelizmente) para publicar em sua própria conta (facilitando assim encontrar conteúdo para publicar);
  • Publicar qualquer imagem encontrada na web (isso mesmo, após instalar uma extensão no Chrome, todas as imagens da web aparecerão com um botão “Schedule”, basta clicar, escrever uma descrição e publicar ou agendar).

Resumindo, uma plataforma para gestão de conteúdo para redes sociais. Vale lembrar que ela não oferece facilidades para criação de conteúdo visual (isto é, editar imagens, incluir texto, mudar fonte etc.). Para tal, você deve utilizar uma outra ferramenta com essa finalidade como o Canvas ou o Stencil. Muitas das imagens vistas na conta Twitter do @ClubeDoDinheiro foram criadas por meio do Stencil (como o tweet comemorando 50 mil seguidores), que adquiri em uma super promoção que houve no AppSumo – teve há pouco outra promoção, mas só tive conhecimento quando já havia acabado, por isso não indiquei aqui. Além disso, ViralTag não possui como foco facilitar o engajamento direto com seguidores – para isso, você precisará usar outras ferramentas.

Enfim, criei uma conta trial (gratuita por 15 dias, não precisa de cartão de crédito, nada!), efetuei login, conectei algumas contas de usuário (e a página do Clube do Dinheiro no Facebook) e já estava pronto para brincar um pouco…

O dashboard


ViralTag - dashboard

Como pode ver na imagem acima, assim que efetuo login vejo as minhas contas de usuário/página conectadas e os posts que estão atualmente agendados para elas. Isso ajuda muito para saber se possui conteúdo agendado o suficiente para cada uma delas, mas não é muita novidade – outras plataformas de gestão de conteúdo para redes sociais também o fazem.

Perceba que no topo, na horizontal, posso acessar os posts já adicionados por meio das opções: Scheduled Posts (postagens agendados), Drafts (rascunhos), Recent Posts (postagens recentes), Evergreeen Content (conteúdo sempre atual), Failed Posts (postagens falhas) e Posting Schedule (agendamento de postagem, para definir os melhores horários para postagem).

Se você observou bem a imagem anterior, percebeu que a próxima postagem agendada teria a descrição “Sucesso é conseguir o que você quer, felicidade é querer o que você consegue. ~W. P. Kinsella”. Se está curioso para saber se a postagem agendada foi posteriormente publicada corretamente, basta dar uma olhada nesse tweet sobre sucesso e felicidade.

Pensei em publicar imagens de cada uma das opções do topo, mas vou encurtar e ir direto para aquela que me chamou mais atenção: Evergreen Content.

Viral Tag - conteúdo sempre atual

Nesse teste, escolhi algumas imagens com frases relevantes que já publiquei aqui no blog e, ao postá-las, marquei como “evergreen content”, de forma que serão republicadas com um intervalo mínimo de 7 dias entre elas.

Alguns podem criticar, dizendo que tal forma de automação impacta negativamente a base de seguidores, que estarão vendo o mesmo conteúdo repetidamente etc. Mas não poderiam estar mais longe da verdade: ao menos para redes como Twitter e Facebook, onde a relevância do conteúdo e o momento em que foi publicado ajudam a determinar se um seguidor verá ou não uma postagem, menos de 5% de sua base de seguidores verá cada postagem. Assim, mesmo que eu republique um conteúdo 7 ou 10 vezes, as chances são de que minha postagem seja impressa no feed de uma pessa uma ou duas vezes somente. Lembre-se que você desempenhará um esforço na criação de conteúdo visual útil e realmente relevante, logo você precisa maximizar as chances de o mesmo ser visto!

Combinando agendamento e reciclagem de postagens, percebo que o verdadeiro valor dessa ferramenta virá no médio e longo prazo: durante o primeiro ano de uso você criará imagens e campanhas publicitárias para diversos períodos do ano (dia das mães, dia dos pais, dia das crianças, black friday, natal etc.) bem como conteúdo que pode ser reusado a qualquer momento (mensagens inspiradoras, homenagens e tal). No segundo ano de uso, você já terá muito conteúdo criado, poderá então:

  • Revisar estatísticas de acesso para determinar qual tipo de conteúdo atraiu maior engajamento e em quais horários;
  • Revisar todo o conteúdo, reagendando aqueles que considerar bons e melhorando os “nem tanto”;
  • Revisar os conteúdos “sempre atuais”, removendo aqueles que achar que não são mais interessantes e incluindo outros melhores.

Percebeu que o tempo todo eu disse revisar, reagendar e melhorar? Isso significa que, conforme você for usando a ferramenta, você gastará menos tempo e o foco será em revisão e melhoria do conteúdo. Claro, você ainda precisará planejar suas novas campanhas, já que seus clientes não querem ver somente conteúdo velho, mas dá para reaproveitar de 40% a 70%!

Agora, vamos dar uma olhadinha no Posting Schedule

ViralTag - Agendamento de postagem

Parece um quadro de horário, incluindo para cada dia da semana o horário em que desejo que a postagem aconteça – no meu caso, mantive o quadro padrão da ferramenta, que me pareceu bom o suficiente. Caso você queira um desempenho melhor, você pode clicar em “Get Recommended Times”, conectar à sua conta do Google Analytics e a ferramenta então passará a usar os dados estatísticos providos pelo GA para definir qual o melhor horário para publicar. Fiquei tentado a experimentar, mas como se tratava somente de um trial, preferi focar em analisar a publicação e o agendamento mesmo.

Adicionando uma nova postagem

Agora, vamos analisar as principais opções na sidebar à esquerda, onde vemos um “+” (adicionar nova postagem), Home (página inicial, retorna à primeira tela do painel), Explore (explorar, permite encontrar conteúdos para compartilhar), Circles (círculos, lá você pode entrar em um círculo e interagir com outros usuários do mesmo nicho), Reports (relatórios, principalmente sobre desempenho de sua conta de usuário/página e do nível de engajamento com suas postagens), Accounts (contas, onde você pode adicionar ou remover suas contas de usuário).

Destas opções, claro, aquela que você usará mais é a primeira, para adicionar postagens, então vejamos como ela funciona.

ViralTag - adicionando nova postagem

Ao clicar no “+” abrirá esse popup, no qual podemos escolher ao topo em quais contas de usuário/páginas desejamos publicar (sim, podemos escolher publicar em mais de uma ao mesmo tempo, reduzindo o trabalho de publicar em uma por vez), subir uma imagem (clicando no botão ou arrastando e soltando sobre a área), escrever uma descrição e o hyperlink a ser incluído na mesma, marcar (ou não) a postagem como “evergreen” e definir a categoria. Dica: se usar essa ferramenta, crie categorias por assunto, o que vai facilitar e muito reusar posteriormente o conteúdo já criado!

Depois desse “trabalho todo” (em menos de 30 segundos a postagem está pronta!), você escolhe se deseja agendar para determinada data e horário (schedule), adicionar à fila dos agendados (add to queue) ou publicar automaticamente (publish now). Se você possui 30 ou 40 postagens para os próximos dias e não se importa muito com qual a data ou hora exata em que serão publicadas, basta ir adicionando cada uma e clicando em “add to queue” e a mágica será feita (claro, verifique antes se a Posting Schedule está de acordo com os momentos do dia em que sua audiência está mais ativa naquelas plataformas).

E se há uma coisa que gostei dessa ferramenta é a possibilidade de usar uma extensão do Chrome, tal que toda vez que eu via alguma imagem interessante na web poderia simplesmente clicar sobre o botão “Schedule” que apareceria sobre a mesma e seria levado para o popup de adicionar postagem, com a imagem já carregada e os campos pré-populados. Isso facilita bastante na hora de encontrar e compartilhar novidades do meu nicho e tenho certeza que consultores e donos de lojas virtuais podem ser valer muito disso também!

Explorando outros conteúdos

A ferramenta também possui uma funcionalidade para facilmente explorar conteúdos a partir de categorias pré-definidas:

ViralTag - explorando nichos

Infelizmente, não há muito (nenhum) conteúdo em língua portuguesa, então naveguei pelas categorias em inglês mesmo e escolhi a categoria Food, apenas para ilustrar aqui. As postagens adicionadas já incluem imagens, descrição e hyperlinks, mas você pode alterar quaisquer informações.

Preços?

A ferramenta em si é muito boa, mas os preços são um pouco acima do que eu esperava. Para começar, a não ser pelo trial (que é limitado a 15 dias), a ferramenta não oferece um plano gratuito como várias ferramentas fazem.

O plano individual custa USD 24 por mês e lhe dá direito a 1 usuário (no caso, só você pode acessar seu dashboard, não terá uma conta para um assistente, por exemplo) e 10 perfis sociais (cada conta de usuário no Twitter, conta de usuário no Facebook, página no Facebook etc. conta como um perfil social). A quantidade de perfis está mais do que suficiente para a maioria dos pequenos empreendores brasileiros, o problema mesmo é quando a gente converte aquele preço lá para nossa moeda.

O plano pequena empresa custa USD 79 por mês e lhe dá direito a 3 usuários (isto é, além de sua conta você poderá ter contas para dois outros funcionários participarem) e 25 perfis sociais. É bastante perfil, suficiente para não somente seu próprio negócio como também gerenciar perfis de três ou quatro outros negócios – entretanto no FAQ deles é expresso que você deveria gerenciar contas para somente uma marca e uma pessoa física, então a não ser que você crie contas específicas para segmentos dentro de seu nicho não vejo necessidade de tantos perfis sociais.

O plano marca custa USD 249 ou mais por mês e lhe dá direito a 5 ou mais usuários e 50 ou mais perfis sociais. Com isso aqui já dá para gerenciar uma agência de social media marketing! A não ser que você seja uma Amazon ou Rede Globo, é bem provável que não precisará criar e segmentar tantos perfis sociais assim.

Agora, caso você seja profissional em internet marketing ou affiliate marketing, a depender do número de perfis sociais que você gerencie e de já ter uma boa estratégia de conteúdo os planos pequena empresa ou marca podem ser-lhe interessantes, sim. Digo isso porque, como exigem um investimento maior, se está começando e não tem certeza é melhor começar pelo mais barato, aprender como usar, construir sua estratégia e só então expandir.

Mas se você é blogger, não pense que foi deixado de fora, pois a empresa oferece um plano blogger, custando USD 7 por mês e lhe dá direito a 1 usuário e 3 perfis sociais. É, também acho que deveriam ser pelo menos 5 perfis sociais aqui, pois eu mesmo já preencheria todas as vagas com minha conta do Twitter e minha conta e página no Facebook.  Além disso, escreva um review sincero sobre o que achou da ferramenta e receberá um período de experimentação bem maior: seis meses grátis. Tempo suficiente para montar uma boa estratégia de conteúdo a ser adotada no Twitter e Facebook, não?

Como experimentei a ferramenta e gostei muito dela, decidi escrever esse review. Agora tenho que planejar uma boa estratégia de conteúdo e engajamento com meu público-alvo para ver se o custo de USD 7/mês é só despesa ou se vira investimento, não é mesmo?

Já conhece o Portal do Investidor?

Há um site governamental chamado Portal do Investidor que possui muita informação útil e de boa qualidade a todo tipo de perfil de investidor, então se você ainda está começando ou já está a caminho de sua meta financeira (talvez ficar rico ou o famoso um milhão de reais?), o mesmo é praticamente um ponto de parada obrigatória para inteirar-se sobre o mercado mobiliário (bolsa de valores), educação financeira e outras coisas.

Talvez você esteja se perguntando por que só agora estou falando sobre o mesmo, já que ele não é tão novo assim. Na verdade, já o havia conhecido antes, mas não me interessei tanto na época. Hoje, fazendo uma “limpeza” nos favoritos salvos em meu computador, encontrei por acaso o link para o Portal do Investidor, fiz uma visitinha e fiquei mais do que surpreso com a qualidade do conteúdo lá disponível: há cartilhas, livros e cursos disponíveis online gratuitamente e até um blog sobre investimentos (que, claro, vou começar a seguir e talvez apareça por aqui nos resumos de notícias que publico esporadicamente).

E para ajudá-lo a ir “direto ao ponto”, vasculhei as principais páginas e notícias linkadas na página inicial e encontrei uma porção de coisas legais que podem lhe interessar, veja aí!

Logomarca Portal do Investidor

Cursos da CVM

A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) lançou uma plataforma de aprendizagem virtual contendo cursos básicos porém fundamentais para quem quer cuidar de sua educação financeira. Já estão disponíveis três cursos: Educação Financeira Para Jovens, Poupança e Investimento e Matemática Financeira Básica.

A ideia é ótima e, apesar de já haver outros cursos, livros e blogs sobre o assunto, acredito que um novo curso nunca é demais, já que são autores diferentes, logo com contribuições diferentes. A minha única queixa é pela oferta de somente três cursos: o mercado mobiliário e de investimentos financeiros é tão grande que eles deveriam se apressar e oferecer um leque de cursos muito maior! Mas, ao menos já dá para “esquentar o motor”, não é mesmo?

Ah, e aqui está o link para a página: Cursos da CVM.

Guias e Livros

A CVM possui uma biblioteca no Rio de Janeiro com um acervo de 15.000 livros. O problema é que, quem não mora no Rio não tem como acessá-los, não é mesmo? Pois é, mas não fique triste não, que a CVM também está priorizando sua relação com o investidor por meio da web e para tal tem lançado guias e livros online (em sua maioria no formato PDF) – e sim, são gratuitos, free, 0800, “na faixa”. É baixar e ler. 🙂

E, mais uma vez, para facilitar o seu acesso, segue abaixo os nomes das publicações com os respectivos endereços eletrônicos:

Guia de Fundos de Investimento Imobiliários (2ª edição)

Guia de Planejamento Financeiro (página com PDF e planilha)

Livro 40 anos CVM – A história da CVM pelo olhar de seus ex-presidentes

Livro Mercado de Valores Mobiliários Brasileiro

Livro Relações com Investidores: Da Pequena Empresa ao Mercado de Capitais

Livro Mercado de Derivativos no Brasil: Conceitos, Produtos e Operações

Livro Análise de Investimentos: histórico, principais ferramentas e mudanças conceituais para o futuro

Histórias em Quadrinhos

Sim, isso mesmo! Com o intuito de promover a educação financeira desde a infância, estão sendo publicadas revistas em quadrinhos cuja leitura é bastante agradável. Já disponibilizaram quatro volumes e minha crítica aqui fica quanto à quantidade de revistas e quantidade de páginas nas mesmas: espero que sejam lançadas mais edições e que as mesmas ganhem mais páginas, abordando assim mais detalhes e tornando mais clara a importância de cada tema. Outro ponto a se observar é quanto à escolha dos temas: a última revista aborda clubes de investimento. Levando-se em consideração que o público-alvo são crianças, eu acredito que há vários outros temas importantes que deveriam ser abordados!

O aniversário do Vovô

A caixa mágica

Conhecendo a Bolsa de Valores

Clubinho de Investimento

#Bônus – Mais conteúdo para educação financeira de jovens!

Enquanto escrevia este artigo, lembrei-me que outro dia encontrei outro site governamental muito bem estruturado e com bom conteúdo chamado Programa Educação Financeira nas Escolas. Nele, inclusive há uma seção chamada materiais onde você pode baixar livros sobre educação financeira planejados e projetados para o ensino fundamental e o ensino médio.

Sim, isso mesmo o que você acabou de ler! Por meio desses livros, pode-se trabalhar o tema da Educação Financeira como uma disciplina na grade curricular da escola e o professor possui um material de qualidade como suporte, algo muito bom! Agora, como não podia deixar passar, aqui vão minhas críticas (como sempre construtivas!): considerei o conteúdo abordado em casa livro com uma abordagem muito fraca para cada série, mas isso infelizmente é um reflexo da formação na maior parte das escolas públicas. Outro problema que identifiquei foi a diagramação do livro, que usou e abusou (excessivamente) das cores – apesar de ser algo interessante quando se recebe o livro já prontinho do governo, eu pretendia imprimi-lo e desisti na hora em que vi como as páginas do livro são e isso deve impedir que muitos outros façam o mesmo.

Bem, de qualquer forma, segue link da página com os livros sobre educação financeira. Já baixei todos os guias e livros, agora preciso separar um tempo para lê-los. E você, já conhecia o Portal do Investidor e todo esse material voltado para a Educação Financeira?

Como a máquina econômica funciona

Você alguma vez já se perguntou por que a Economia de um país possui tantos altos e baixos, oras em momento de plena ascensão, oras em recessão? Se sim, então hoje é seu dia de sorte, pois é sobre isso que vamos falar agora, aprendendo um pouco sobre o impacto do uso do crédito/débito na Economia. Enfim, uma “rápida visita” ao fantástico mundo do Economia – então prepara a pipoca.

Este artigo é inspirado em um vídeo do website Economic Principles denominado “How The Economic Machine Works” (isto é, o título deste artigo, porém em inglês), criado por Ray Dalio. Trata-se de uma indicação de vídeo que recebi de Tim Ferriss por e-mail e é tão simples e ao mesmo tempo impressionante a forma como se explica o modelo econômico baseado em ciclos que não poderia deixar de comentá-lo aqui. Thank you, Tim!

Assim, recomendo também a todos os amigos do Clube a também assistirem ao vídeo (compartilho-o ao final deste artigo), mas como sei que alguns podem não assisti-lo por estar em inglês ou por ser muito longo, segue agora um resumo dos pontos mais importantes – acompanhados de minha opinião, claro.

Produtividade x Débito

Suponha uma comunidade que produz e comercializa uma mesma quantidade de bens e serviços entre si ao longo do tempo. Como a produtividade se encontra constante, o valor dos bens e serviços negociados entre si não varia ao longo do tempo – nesse exemplo, não há crescimento na economia local (ela permanece estagnada naquele mesmo valor).

Agora, considere que a tal comunidade possua um crescimento constante de sua produtividade – seja por aumento do número de empresas, mão-de-obra mais abundante e qualificada, melhoria nas tecnologias e processos de produção etc. Conforme a produtividade cresce, também a economia local cresce, o que permite a todos um maior consumo de bens e serviços – uma economia próspera, não? A figura abaixo representa o impacto do crescimento da produtividade ao longo do tempo sobre a economia local.

Máquina econômica - Crescimento da produtividade

Entretanto, alguns bens de consumo ou serviços prestados podem apresentar um alto custo inicial, um valor que uma pessoa ou empresa pode não dispor naquele momento. Como adquiri-lo se não possui aquele valor? Bem, nasce o conceito de crédito, em que uma pessoa usa o crédito que recebe de uma instituição financeira para realizar a aquisição, tal instituição (credor) paga ao vendedor ou prestador de serviço e a pessoa (devedor) pagará posteriormente (de uma vez ou parcelado) pelo crédito recebido, acrescido de juros (que crescem ao longo do tempo).

Dessa forma, ao introduzir a noção de crédito no modelo econômico anterior, percebemos que podemos antecipar uma compra (fomentando o crescimento), porém posteriormente precisamos pagar por isso bem como os juros devidos (reduzindo o crescimento), então o gráfico que antes era uma linha reta começa a apresentar curvas (ciclos). Um ciclo apresenta um momento de ascensão devido ao uso do crédito seguido de uma queda devido ao pagamento do mesmo. Considerando-se somente o impacto do débito no longo prazo (de 10 a 50 anos, por exemplo) teríamos algo similar à figura seguinte.

Máquina econômica - impacto do débido no longo prazo

Isso é o que acontece quando consideramos somente o débito usado para aquisição de imóveis ou bens caros, investimento em empresas etc. Entretanto, a ideia de concessão de crédito para “giro de mercado” foi tão bem aceita que incentivou-se bastante seu uso também no dia a dia – quem aí não conhece o cartão de crédito? Assim, pessoas e empresas fazem “pequenas dívidas” para um período bastante curto, provocando ciclos menores dentro daquele ciclo maior. Nosso modelo econômico, então, seria algo parecido com a seguinte figura.

Máquina econômica - ciclo do débito no curto prazo

Meu desenho não ficou muito bom, mas acho que transmite a mensagem desejada. Cada curva (ciclo) menor pode compreender um período tão curto quanto 5 ou anos ou menos, já a curva maior indica um período bem maior. Ao longo dos ciclos menores, o governo (por meio do banco central) ajusta a taxa de juros cobrada pelo crédito concedido como forma de controlar o uso do mesmo – ao final, crédito não é dinheiro e quando se consome muito do mesmo sem que se pague de volta no mesmo ritmo, o modelo econômico “quebra”.

Então em alguns momentos o crédito está “barato” (taxa de juros baixa), facilitando o acesso ao mesmo e aquecendo a economia; em outros momentos, quando o endividamento se encontra muito alto e corre-se o risco de que as pessoas não consigam pagá-lo no devido tempo, o crédito começa a ficar mais caro, forçando os cidadãos a controlarem o uso do crédito e reduzirem seus gastos.

Inflação x Deflação

Também sobre o preço dos bens e serviços, o uso do crédito possui impacto. Quando a economia “esquenta” e as pessoas estão comprando mais, a oferta reduz em relação à demanda e mercantes tendem a elevar seus preços. Se crédito é usado nessas operações, também o seu “preço” (juros) deve ser considerado, o que pode elevar ainda mais os preços dos bens e serviços – e a alta generalizada de preços é o que chamamos de inflação.

Em contrapartida, quando há uso de crédito em excesso e as pessoas reduzem o consumo ou por qualquer outra razão o poder aquisitivo das pessoas cai (altos índices de desemprego, por exemplo), ocorre uma deflação, isto é, a queda generalizada dos preços de produtos.

Geralmente consideramos inflação como algo ruim, já que os preços dos produtos estão subindo, então isso significa que deflação é algo bom? Não, pois a mesma acontece muitas vezes não como um reajuste de preços de produtos para um “valor justo”, mas como consequência de uma grande retração da demanda devido à queda do poder aquisitivo das pessoas. As empresas, então, precisam reduzir suas despesas internamente para reduzir preços e ainda se manterem sustentáveis – dentre as possíveis consequências temos as demissões em massa e queda na qualidade dos produtos e serviços.

E, indo um pouco mais além, a combinação de queda no poder aquisitivo, deflação e elevação do desemprego inicia um ciclo de decadência muito perigoso e difícil de controlar, que pode levar anos (décadas) para voltar ao ponto em que a economia de um país se encontrava anteriormente. Estamos falando das famosas crises e recessões.

No modelo apontado (no vídeo) por Ray Dalio, esse ciclo de ascensão + decadência tomaria de 30 a 70 anos e é praticamente inevitável. Em minha opinião, pode-se prolongar o máximo possível o momento de ascensão e assim adiar (ou mesmo minimizar) o momento de decadência na Economia de um país por meio de: (1) controle intensivo do uso do crédito; (2) melhor educação financeira da população (para que entenda os prós e contras do uso do crédito); e (3) incentivo ao crescimento da produtividade.

O crédito (e consequentemente o débito) não é de todo mal, desde que você saiba como usá-lo. O empreendedor que se utiliza de crédito para abrir ou expandir seu negócio de forma sustentável e lucrativa pagará pelo crédito concedido e terá um negócio em expansão ao final – bom para ele e para a economia local. Entretanto, se você adquire crédito (principalmente no curto prazo) apenas para consumir diversos bens e serviços, estará somente pagando mais caro pelos mesmos – o que é bom para o banco (desde que você pague), mas não é bom para você.

Três regras de ouro

Ray Dalio encerra seu vídeo com três regras fundamentais para o crescimento econômico saudável:

  1. Não deixe o débito crescer mais rápido que a renda – todo débito custa (principal + juros) e se você contrair muito débito que não esteja gerando receita, logo “quebrará”;
  2. Não deixe a renda crescer mais rápido que a produtividade – aumento de renda sem aumento de produtividade significa demanda maior que oferta de produtos, elevando assim o preço destes (inflação). Em outras palavras, sua renda nominal aumenta, mas seu poder aquisitivo (aquilo que você consegue comprar) permanece o mesmo ou até meio diminui;
  3. Faça tudo que puder para aumentar sua produtividade – essa é a melhor forma para se alcançar um crescimento econômico sustentável.

E finalmente o tão falado vídeo. Ele possui 30 minutos de duração, mas é realmente muito bom e fácil de entender, já que ele se encontra bastante ilustrado. Realmente recomendo que o assista.

Imóveis ou ações: o que é melhor para o seu plano de investimentos?

Se você está iniciando no mundo dos investimentos e pergunta-se quais seriam suas melhores opções para investir, então sente aí e vamos conversar um pouco. Aliás, se você está começando agora nesse “novo universo”, já recomendo que acesse o nosso curso online Manual do Investidor ou, até melhor, assine nossa newsletter e receba por e-mail nossos e-books Manual do Investidor e Como Ficar Rico – dicas, dúvidas e comentários, ok?

Agora vamos em frente. Quem começa sempre tem uma ânsia danada por já começar investindo em ações, afinal de contas, quem nunca ouviu falar em como este ou aquele investidor ficou milionário investindo em ações? Há também aqueles que escolhem investir em imóveis, afinal de contas, é um investimento certo, sempre valoriza, não é mesmo? Bem, vamos analisar com calma cada uma dessas opções.

O que é melhor para seu plano de investimentos: imóveis ou ações?

Ganhar muito dinheiro investindo pouco em ações

Tive a ideia de escrever esse artigo lendo este artigo da corretora Rico, que aborda justamente como começar a investir na Bolsa de Valores mesmo que tenha pouco dinheiro. A princípio critiquei o artigo, pois a maioria dos artigos que tomam tal postura são bastante sensacionalistas e não apontam a incidência de custos com corretagem e custódia, que devorarão boa parte do retorno com ações quando se aplicam valores pequenos.

Entretanto, para a minha surpresa, eles comentam sobre o impacto da taxa de corretagem (mas não vi sobre a taxa de custódia) e inclusive recomendam que quem esteja começando nesse mesmo, mesmo que já tenha seu “colchão de emergência” não comece “de cara” como um day trader, pois provavelmente não conseguirá bons lucros no início.

Quem acompanha meus artigos já sabe que recomendo que faça as contas em uma planilha, considerando duas taxas de corretagem (compra e venda) para cada “pacote de ações”, o custo de custódia mensal e qual a variação mínima e máxima esperada nos preços das ações. Só assim você pode determinar se vale a pena um investimento de R$ 1.000, R$ 5.000 ou R$ 10.000 em ações. Na última vez que fiz tais calculos segundo minhas espectativas, identifiquei o seguinte:

  • Deveria começar com uma aplicação inicial de R$ 5.000;
  • Cada nova compra deveria envolver pelo menos R$ 2.500;
  • Dar preferência a ações de empresas sólidas e que paguem bons dividendos.

No meu caso, não gosto muito da ideia de day trade, preferindo o que é conhecido como position trade, por isso o foco em ações com bons dividendos (estratégia buy-and-hold). Inclusive, se você se interessou pela estratégia de adquirir ações com bons dividendos, encontrei outro artigo interessante na corretora Rico.

Mas, como disse, o artigo da Rico é bem interessante e vale a pena ser lido, pois reforça a importância de ter um bom patrimônio em renda fixa (Tesouro Direto, CDB, LCI, LCA etc.) antes de começar a investir em ações, o que torna o seu patrimônio total menos vulnerável às oscilações de mercado.

E quanto a investir em imóveis?

Segundo artigo publicado no Dinheirama, chegou a hora de voltar a investir em imóveis. Achei um pouco estranho, uma vez que o mercado imobiliário está passando por uma leve deflação no momento – e eu apostaria que essa deflação continuará pelo menos nos próximos 06 a 12 meses, então não seria esse o momento mais acertado para investir.

Mais interessante, o artigo aponta um retorno muito considerável por meio de fundos imobiliários (FII). Tais fundos podem ser interessantes para quem não possui grande montante para investir e deseja aplicar em imóveis, mas volto a considerar o resfriamento de tal mercado e o fato de que há taxas em todo tipo de fundo para dizer que talvez o retorno não seja tão rápido quanto é apontado.

E então?

Eu seguiria o caminho mais tradicional, investindo primeiro em renda fixa, fugindo de fundos e posteriormente investindo até 20% de patrimônio em renda variável (ações), sempre com foco em longo prazo.

Entretanto, essa é a minha opinião levando-se em conta o meu perfil de investidor e necessidades. E para você, amigo leitor, qual a estratégia mais acertada para um bom plano de investimentos?