Clube do Dinheiro - Part 2

Como a máquina econômica funciona


Você alguma vez já se perguntou por que a Economia de um país possui tantos altos e baixos, oras em momento de plena ascensão, oras em recessão? Se sim, então hoje é seu dia de sorte, pois é sobre isso que vamos falar agora, aprendendo um pouco sobre o impacto do uso do crédito/débito na Economia. Enfim, uma “rápida visita” ao fantástico mundo do Economia – então prepara a pipoca.

Este artigo é inspirado em um vídeo do website Economic Principles denominado “How The Economic Machine Works” (isto é, o título deste artigo, porém em inglês), criado por Ray Dalio. Trata-se de uma indicação de vídeo que recebi de Tim Ferriss por e-mail e é tão simples e ao mesmo tempo impressionante a forma como se explica o modelo econômico baseado em ciclos que não poderia deixar de comentá-lo aqui. Thank you, Tim!

Assim, recomendo também a todos os amigos do Clube a também assistirem ao vídeo (compartilho-o ao final deste artigo), mas como sei que alguns podem não assisti-lo por estar em inglês ou por ser muito longo, segue agora um resumo dos pontos mais importantes – acompanhados de minha opinião, claro.

Produtividade x Débito

Suponha uma comunidade que produz e comercializa uma mesma quantidade de bens e serviços entre si ao longo do tempo. Como a produtividade se encontra constante, o valor dos bens e serviços negociados entre si não varia ao longo do tempo – nesse exemplo, não há crescimento na economia local (ela permanece estagnada naquele mesmo valor).

Agora, considere que a tal comunidade possua um crescimento constante de sua produtividade – seja por aumento do número de empresas, mão-de-obra mais abundante e qualificada, melhoria nas tecnologias e processos de produção etc. Conforme a produtividade cresce, também a economia local cresce, o que permite a todos um maior consumo de bens e serviços – uma economia próspera, não? A figura abaixo representa o impacto do crescimento da produtividade ao longo do tempo sobre a economia local.

Máquina econômica - Crescimento da produtividade

Entretanto, alguns bens de consumo ou serviços prestados podem apresentar um alto custo inicial, um valor que uma pessoa ou empresa pode não dispor naquele momento. Como adquiri-lo se não possui aquele valor? Bem, nasce o conceito de crédito, em que uma pessoa usa o crédito que recebe de uma instituição financeira para realizar a aquisição, tal instituição (credor) paga ao vendedor ou prestador de serviço e a pessoa (devedor) pagará posteriormente (de uma vez ou parcelado) pelo crédito recebido, acrescido de juros (que crescem ao longo do tempo).

Dessa forma, ao introduzir a noção de crédito no modelo econômico anterior, percebemos que podemos antecipar uma compra (fomentando o crescimento), porém posteriormente precisamos pagar por isso bem como os juros devidos (reduzindo o crescimento), então o gráfico que antes era uma linha reta começa a apresentar curvas (ciclos). Um ciclo apresenta um momento de ascensão devido ao uso do crédito seguido de uma queda devido ao pagamento do mesmo. Considerando-se somente o impacto do débito no longo prazo (de 10 a 50 anos, por exemplo) teríamos algo similar à figura seguinte.

Máquina econômica - impacto do débido no longo prazo

Isso é o que acontece quando consideramos somente o débito usado para aquisição de imóveis ou bens caros, investimento em empresas etc. Entretanto, a ideia de concessão de crédito para “giro de mercado” foi tão bem aceita que incentivou-se bastante seu uso também no dia a dia – quem aí não conhece o cartão de crédito? Assim, pessoas e empresas fazem “pequenas dívidas” para um período bastante curto, provocando ciclos menores dentro daquele ciclo maior. Nosso modelo econômico, então, seria algo parecido com a seguinte figura.

Máquina econômica - ciclo do débito no curto prazo

Meu desenho não ficou muito bom, mas acho que transmite a mensagem desejada. Cada curva (ciclo) menor pode compreender um período tão curto quanto 5 ou anos ou menos, já a curva maior indica um período bem maior. Ao longo dos ciclos menores, o governo (por meio do banco central) ajusta a taxa de juros cobrada pelo crédito concedido como forma de controlar o uso do mesmo – ao final, crédito não é dinheiro e quando se consome muito do mesmo sem que se pague de volta no mesmo ritmo, o modelo econômico “quebra”.

Então em alguns momentos o crédito está “barato” (taxa de juros baixa), facilitando o acesso ao mesmo e aquecendo a economia; em outros momentos, quando o endividamento se encontra muito alto e corre-se o risco de que as pessoas não consigam pagá-lo no devido tempo, o crédito começa a ficar mais caro, forçando os cidadãos a controlarem o uso do crédito e reduzirem seus gastos.

Inflação x Deflação

Também sobre o preço dos bens e serviços, o uso do crédito possui impacto. Quando a economia “esquenta” e as pessoas estão comprando mais, a oferta reduz em relação à demanda e mercantes tendem a elevar seus preços. Se crédito é usado nessas operações, também o seu “preço” (juros) deve ser considerado, o que pode elevar ainda mais os preços dos bens e serviços – e a alta generalizada de preços é o que chamamos de inflação.

Em contrapartida, quando há uso de crédito em excesso e as pessoas reduzem o consumo ou por qualquer outra razão o poder aquisitivo das pessoas cai (altos índices de desemprego, por exemplo), ocorre uma deflação, isto é, a queda generalizada dos preços de produtos.

Geralmente consideramos inflação como algo ruim, já que os preços dos produtos estão subindo, então isso significa que deflação é algo bom? Não, pois a mesma acontece muitas vezes não como um reajuste de preços de produtos para um “valor justo”, mas como consequência de uma grande retração da demanda devido à queda do poder aquisitivo das pessoas. As empresas, então, precisam reduzir suas despesas internamente para reduzir preços e ainda se manterem sustentáveis – dentre as possíveis consequências temos as demissões em massa e queda na qualidade dos produtos e serviços.

E, indo um pouco mais além, a combinação de queda no poder aquisitivo, deflação e elevação do desemprego inicia um ciclo de decadência muito perigoso e difícil de controlar, que pode levar anos (décadas) para voltar ao ponto em que a economia de um país se encontrava anteriormente. Estamos falando das famosas crises e recessões.

No modelo apontado (no vídeo) por Ray Dalio, esse ciclo de ascensão + decadência tomaria de 30 a 70 anos e é praticamente inevitável. Em minha opinião, pode-se prolongar o máximo possível o momento de ascensão e assim adiar (ou mesmo minimizar) o momento de decadência na Economia de um país por meio de: (1) controle intensivo do uso do crédito; (2) melhor educação financeira da população (para que entenda os prós e contras do uso do crédito); e (3) incentivo ao crescimento da produtividade.

O crédito (e consequentemente o débito) não é de todo mal, desde que você saiba como usá-lo. O empreendedor que se utiliza de crédito para abrir ou expandir seu negócio de forma sustentável e lucrativa pagará pelo crédito concedido e terá um negócio em expansão ao final – bom para ele e para a economia local. Entretanto, se você adquire crédito (principalmente no curto prazo) apenas para consumir diversos bens e serviços, estará somente pagando mais caro pelos mesmos – o que é bom para o banco (desde que você pague), mas não é bom para você.

Três regras de ouro

Ray Dalio encerra seu vídeo com três regras fundamentais para o crescimento econômico saudável:

  1. Não deixe o débito crescer mais rápido que a renda – todo débito custa (principal + juros) e se você contrair muito débito que não esteja gerando receita, logo “quebrará”;
  2. Não deixe a renda crescer mais rápido que a produtividade – aumento de renda sem aumento de produtividade significa demanda maior que oferta de produtos, elevando assim o preço destes (inflação). Em outras palavras, sua renda nominal aumenta, mas seu poder aquisitivo (aquilo que você consegue comprar) permanece o mesmo ou até meio diminui;
  3. Faça tudo que puder para aumentar sua produtividade – essa é a melhor forma para se alcançar um crescimento econômico sustentável.

E finalmente o tão falado vídeo. Ele possui 30 minutos de duração, mas é realmente muito bom e fácil de entender, já que ele se encontra bastante ilustrado. Realmente recomendo que o assista.

Imóveis ou ações: o que é melhor para o seu plano de investimentos?

Se você está iniciando no mundo dos investimentos e pergunta-se quais seriam suas melhores opções para investir, então sente aí e vamos conversar um pouco. Aliás, se você está começando agora nesse “novo universo”, já recomendo que acesse o nosso curso online Manual do Investidor ou, até melhor, assine nossa newsletter e receba por e-mail nossos e-books Manual do Investidor e Como Ficar Rico – dicas, dúvidas e comentários, ok?

Agora vamos em frente. Quem começa sempre tem uma ânsia danada por já começar investindo em ações, afinal de contas, quem nunca ouviu falar em como este ou aquele investidor ficou milionário investindo em ações? Há também aqueles que escolhem investir em imóveis, afinal de contas, é um investimento certo, sempre valoriza, não é mesmo? Bem, vamos analisar com calma cada uma dessas opções.

O que é melhor para seu plano de investimentos: imóveis ou ações?

Ganhar muito dinheiro investindo pouco em ações

Tive a ideia de escrever esse artigo lendo este artigo da corretora Rico, que aborda justamente como começar a investir na Bolsa de Valores mesmo que tenha pouco dinheiro. A princípio critiquei o artigo, pois a maioria dos artigos que tomam tal postura são bastante sensacionalistas e não apontam a incidência de custos com corretagem e custódia, que devorarão boa parte do retorno com ações quando se aplicam valores pequenos.

Entretanto, para a minha surpresa, eles comentam sobre o impacto da taxa de corretagem (mas não vi sobre a taxa de custódia) e inclusive recomendam que quem esteja começando nesse mesmo, mesmo que já tenha seu “colchão de emergência” não comece “de cara” como um day trader, pois provavelmente não conseguirá bons lucros no início.

Quem acompanha meus artigos já sabe que recomendo que faça as contas em uma planilha, considerando duas taxas de corretagem (compra e venda) para cada “pacote de ações”, o custo de custódia mensal e qual a variação mínima e máxima esperada nos preços das ações. Só assim você pode determinar se vale a pena um investimento de R$ 1.000, R$ 5.000 ou R$ 10.000 em ações. Na última vez que fiz tais calculos segundo minhas espectativas, identifiquei o seguinte:

  • Deveria começar com uma aplicação inicial de R$ 5.000;
  • Cada nova compra deveria envolver pelo menos R$ 2.500;
  • Dar preferência a ações de empresas sólidas e que paguem bons dividendos.

No meu caso, não gosto muito da ideia de day trade, preferindo o que é conhecido como position trade, por isso o foco em ações com bons dividendos (estratégia buy-and-hold). Inclusive, se você se interessou pela estratégia de adquirir ações com bons dividendos, encontrei outro artigo interessante na corretora Rico.

Mas, como disse, o artigo da Rico é bem interessante e vale a pena ser lido, pois reforça a importância de ter um bom patrimônio em renda fixa (Tesouro Direto, CDB, LCI, LCA etc.) antes de começar a investir em ações, o que torna o seu patrimônio total menos vulnerável às oscilações de mercado.

E quanto a investir em imóveis?

Segundo artigo publicado no Dinheirama, chegou a hora de voltar a investir em imóveis. Achei um pouco estranho, uma vez que o mercado imobiliário está passando por uma leve deflação no momento – e eu apostaria que essa deflação continuará pelo menos nos próximos 06 a 12 meses, então não seria esse o momento mais acertado para investir.

Mais interessante, o artigo aponta um retorno muito considerável por meio de fundos imobiliários (FII). Tais fundos podem ser interessantes para quem não possui grande montante para investir e deseja aplicar em imóveis, mas volto a considerar o resfriamento de tal mercado e o fato de que há taxas em todo tipo de fundo para dizer que talvez o retorno não seja tão rápido quanto é apontado.

E então?

Eu seguiria o caminho mais tradicional, investindo primeiro em renda fixa, fugindo de fundos e posteriormente investindo até 20% de patrimônio em renda variável (ações), sempre com foco em longo prazo.

Entretanto, essa é a minha opinião levando-se em conta o meu perfil de investidor e necessidades. E para você, amigo leitor, qual a estratégia mais acertada para um bom plano de investimentos?

Novo imposto sobre combustíveis – quem paga essa conta?

Em matéria da G1, li sobre a decisão do governo de elevar o tributo sobre combustível em R$ 0,41 por litro de gasolina e R$ 0,21 por litro de diesel (já passa a valer nesta sexta, dia 21 de julho). Enquanto para economistas esta foi uma boa decisão, acho que concordo mais com empresários que criticaram a alta de impostos. E antes que digam que estou defendendo o “bolso dos ricos”, donos de empresas milionárias etc. entenda que estou defendendo é o nosso bolso, de cada um de nós brasileiros, afinal de contas quem é que vai pagar essa conta?

Aumento do preço da gasolina... e agora?

E aí, quem paga a conta?

Pense direitinho… se aumentamos o custo do combustível, quais são os impactos diretos e indiretos sentidos pela sociedade?

  • Transporte coletivo e privado irá aumentar seus preços;
  • Transporte de carga também sofrerá reajuste;
  • Devido ao item anterior, empresários possuem duas alternativas: repassar a diferença para o consumidor (inflação) ou corte de gastos (possíveis demissões);
  • Empresas que não estiverem bem estruturadas para absorver esse imposto sem repassar para o consumidor podem não suportar – você não viu nenhuma pequena empresa fechar as portas em sua cidade nos últimos cinco anos?

Economistas dizem que é um bom momento para tal alternativa, já que tivemos uma leve deflação nos últimos meses e, mesmo com o efeito em cadeia que isso levará, não haverá impacto duradouro sobre a inflação. Mas como apontei acima, empresas que não consigam suportar tal variação (dependerá, claro, das margens de lucro da mesma bem como do impacto do preço do combustível sobre a mesma) podem meter-se em apuros – e se empresa “fecha”, o trabalhador perde seu emprego.

Estou sendo exagerado?

Talvez alguns digam que estou sendo exagerado, mas é só observar setores como indústria e comércio de perto para perceber que muitos pequenos empreendedores não estão vivenciando seu melhor momento. Toda e qualquer tributação que surja pode levar a maiores desafios em seu dia-a-dia.

A melhor saída realmente seria corte de gastos no orçamento público. Há aqueles que digam que não é possível, que não há como reduzir tais gastos. Há sim, mas não vou entrar nesse assunto agora. O importante é que devemos discutir alternativas que minimizem o impacto no bolso do cidadão brasileiro.

E o que podemos fazer por agora? Eu já estou pensando em comprar uma bicicleta para ir ao trabalho – e olha que não me lembro quando foi a última vez que andei em uma! E qual a sua opinião: concorda com o aumento do imposto sobre combustível? Gostaria de sugerir outra alternativa mais interessante a todos? Comente!

Papo Reto: tirando proveito da deflação e recuperação da produção industrial

Analisando notícias e artigos dos últimos dias dos dez principais websites e blogs das áreas de finanças pessoais, economia e emprego, identifiquei um bom leque de oportunidades para reduzir despesas e buscar novas fontes de renda, peças-chave para que possa investir melhor e construir um futuro financeiro muito melhor para você e sua família. Então, se ultimamente você esteve com a “corda no pescoço” ou procura expandir sua receita com o intuito de construir seu patrimônio, talvez os artigos aqui citados possam oferecer-lhe alguma direção.

Deflação generalizada?

Fontes:

Segundo notícias publicadas no Portal Brasil, o mês de julho também trouxe uma queda da inflação, impulsionada principalmente pela queda dos preços no mercado imobiliário e do INCC (índice nacional da construção civil) que apresentou crescimento negativo.

O que pode representar um problema para pessoas que atuam no mercado imobiliário ou que desejam vender sua casa ou apartamento, pode representar uma oportunidade para aqueles que desejam adquirir seu próprio imóvel. Além disso, se você paga aluguel possui uma forte justificativa para negociar um não aumento no reajuste anual do aluguel, já que o mercado se encontra diante de tal crise.

Também pode ser um bom momento de ir às compras e pechinchar, “brigar” por um bom desconto nas compras à vista, já que a deflação é um sinal de que menos pessoas estão comprando. Vale lembrar, claro, que você não deveria sair correndo e comprando tudo o que vê pela frente, mas somente aquilo que você já previa dentro de seu orçamento e tendo a possibilidade de pagar à vista!

Possível retomada do crescimento da economia?

Fontes:

Mais uma vez segundo dados do Portal Brasil, as áreas de agronegócios, mineração e produção industrial apresentaram resultados positivos em suas balanças, movidos principalmente pelo momento de relativa queda do dólar e aumento das exportações. São indícios de que estamos diante de uma retomada do crescimento da economia?

Bastante provável, mas para garantir isso, precisamos ver estes e outros setores apresentarem maior demanda de mão-de-obra, injetando recursos financeiros no seio da família brasileira que permitirá o crescimento saudável do comércio interno novamente. E ao que indica, alguns setores como o automobilístico ainda precisam de muito subsídio governamental para não ocorrer cortes de recursos humanos, como deixa claro o artigo Iniciativa mantém 2,7 mil empregos no setor de automóveis.

Como tirar proveito desse momento? Quem possui experiência no campo de vendas pode encontrar muitas oportunidades naqueles setores que estão crescendo. Para os demais, acredito que podemos esperar uma retomada do crescimento do comércio até o fim do ano que pode representar muitas oportunidades, principalmente para quem deseja operar no meio digital como vendedor, afiliado ou produtor de infoprodutos. Aliás, o Dinheirama publicou recentemente um artigo endossando a possibilidade de faturar algum dinheiro com vídeos, que são um tipo de infoproduto.

Artigos recomendados: Infoprodutos ainda são rentáveis?Como criar um infoproduto? e Fazer dinheiro com vídeos.

Cuidando de suas finanças e investimentos

Fontes:

Alguns bons artigos para ajudá-lo a controlar seu orçamento e melhorar seus investimentos foram publicados. Até gostei deles, mas se você já é “leitor das antigas” do Clube do Dinheiro, provavelmente já viu aqui (espalhado em diversos artigos) a maior parte senão todas esssa dicas.

Mesmo assim, aqui vai um resumo do que você pode aprender lendo estes artigos:

  • Quando economizando e investindo, não caia na armadilha de planejar somente para curto ou somente para longo prazo, você precisa dedicar recursos para desejos mais imediatos, porém sem afetar o acúmulo de recursos para alcançar metas de longo prazo;
  • Gerentes de bancos trabalham para bancos, então na maioria das vezes estão defendendo os interesses destes. Assim sendo, por mais interessante que pareça uma proposta de investimento, faça seu trabalho e analise prospectos, taxas, alíquotas de IR etc.
  • O passo-a-passo para organizar sua vida financeira familiar serve para organizar a vida financeira de seu novo negócio, isto é: separar as contas da empresa, elaborar orçamento empresarial, observar o fluxo de caixa, acompanhar todas as movimentações financeiras, reduzir custos e investir de forma planejada;
  • Muito cuidado para não cometer erros como envolver-se em despesas muito caras como a reforma de uma casa sem ter as devidas condições financeiras ou não investir o suficiente para o seu futuro;
  • Bônus: Dissocie padrão de vida de padrão de consumo. Você pode ter um estilo de vida melhor e mais saudável com sua família e ainda assim gastar menos, só depende de suas escolhas. Nenhum artigo citou isso diretamente, mas foi a primeira coisa que pensei ao ler o título de um dos artigos, algo simples porém muito ignorado.

Reforma trabalhista aprovada no Senado

Fonte:

Nathalia Arcuri gravou um vídeo no YouTube falando a respeito dos 10 pontos mais polêmicos (em sua opinião) sobre reforma trabalhista recém-aprovada pelo Senado brasileiro – vale lembrar que isso não significa que ela já entra em vigor, pelo contrário, muita coisa ainda vai rolar, ok?

Um dos pontos “polêmicos” apresentados não considero polêmico e sim uma regularização deveras importante: como ficam as despesas de quem trabalha a partir de um home office? Até pouco tempo atrás não havia regulamentação quanto a isso, assim sendo despesas como água, luz e internet ficavam por conta do próprio empregado, a proposta aponta que tais despesas são de responsabilidade da empresa, que deverá acordar com o empregado quanto desse valor e como será pago. Nada mais justo.

Há outros pontos que são considerados “polêmicos”, porém que concordo e sei que minha opinião pode desagradar a um ou outro leitor, então farei o mesmo que a Nathalia e deixar que cada um reflita a respeito e forme sua própria opinião.

E sobre o cenário político?

Não vou listar notícias do tipo: Temer fica, Temer vai; Lula solto, Lula preso; Cadê o dinheiro de Cabral etc. Isso aí já está ficando um bocado repetitivo, então vamos somente aguardar os desdobramentos da Lava Jato e esperar que todos os que participaram da corrupção sistêmica, seja de forma ativa ou passiva, sejam julgados e devidamente punidos.

Aprender italiano em 30 dias! Por que não?

Olá e estamos de volta com o novo desafio para o mês de julho, que será, mais uma vez, o aprendizado de uma nova língua – e desta vez, aprender italiano em 30 dias (e como estou começando um pouco tarde, irá até 11 de agosto).

A princípio não pretendia lançar oficialmente como um desafio (apesar de que já me planejava para estudar o idioma), mas como recebi alguns comentários dizendo que “com espanhol seria fácil”, “seria mais difícil se fosse inglês” etc. senti-me motivado a fazer mais um com outro idioma: desta vez a língua do “país da bota”. Além disso, como paguei por um ano de Busuu premium (barato, mas paguei), é um meio de aproveitar os recursos disponíveis para melhorar ainda mais o meu futuro guia sobre aprendizagem de línguas (ainda vou lançá-lo em PDF, aguardem).

E a última razão que não pode “ficar de fora” é que estou pensando em talvez seguir um doutorado em Educação com foco em tecnologias móveis para a aprendizagem de línguas. Enfim, inúmeras razões que apontavam para mais um desafio para aprender um novo idioma!

Aprender italiano em 30 dias. Desafio aceito!

Para não prolongar muito esse artigo, basta dizer que aquilo que planejei e aprendi durante o desafio para aprender espanhol (confira no lançamento do desafio e progresso após 10 dias, 20 dias e 30 dias) também será aplicado aqui, com algumas observações:

  • Os softwares que utilizarei são Busuu (possui 65 lições) e Anki. Duolingo não possui “italiano para falantes de português”, verei se há para falantes de inglês;
  • Meu foco será principalmente na leitura e escrita, porém não negligenciarei as outras competências (compreensão auditiva, fala e uso dentro do contexto);
  • Estabelecerei como meta primária a capacidade de escrever um texto de pelo menos 300 palavras em italiano e como metas secundárias a obtenção de cada um dos quatro certificados disponíveis no Busuu.

Para alcançar tal objetivo, dedicarei pelo menos 90 minutos diários à prática. Não sei se poderei dedicar mais tempo, pois ainda dedico algum tempo diário ou semanal à prática dos outros dois idiomas (inglês e espanhol). Espero que não vire uma salada de frutas em minha cabeça!