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Papo Reto: Reforma da Previdência e seu Futuro

Sondando as principais notícias das últimas semanas acerca da reforma da Previdência Social e investimentos visando uma aposentadoria melhor (seu futuro), deparei-me com “as mesmas figurinhas” que encontro desde que iniciei este blog para falar sobre como podemos gerir nossas vidas financeiras.

Resumo

(caso esteja com preguiça de ler tudo):

  1. A tal reforma da Previdência Social acontecerá, cedo ou tarde – você precisa planejar seu futuro e começar a executar seu plano desde já;
  2. Caderneta de poupança e previdência privada podem não ser opções muito boas, opte por Tesouro Direto, CDB, LCA ou LCI, dentre outras;
  3. Se está começando, seu perfil é “conservador”, então não tente já ir direto para o mercado de ações para não ficar reclamando mais tarde!
  4. Seja disciplinado e vise construir seu patrimônio.

Agora vamos aos fatos!

Uma crítica que li quanto ao baixo volume de investimentos visando a aposentadoria realizado por nós (o que não é novidade, diga-se de passagem).  Brasileiro não investe, é a imagem que salta na mídia, e isso acontece porque em nenhum momento de sua vida somos realmente educados para isso. Pense bem, quantas vezes em sua família, na escola ou até mesmo em uma roda de amigos não ouviu que “você deve conseguir um emprego com um bom salário para comprar aquilo que quer”?

Em resumo, se você ganha um bom salário, você pode, mas se não ganha, então não pode. Parece que não há uma terceira possibilidade – que é onde justamente entraria a questão dos investimentos. E sim, você pode comprar o que você quer, mesmo que você não tenha um alto salário, mas precisa fazer um bom planejamento e depois executá-lo de forma disciplinada!

Outro problema é que, quando se fala em investir, logo alguém vem e desenha isso para você como um bicho-de-sete-cabeças. Por exemplo, você vai até o seu gerente de relacionamento em seu banco e explica que está procurando alguma opção para aplicar algum dinheiro todo mês pensando em sua aposentadoria e ele lhe diz que você pode adquirir um título de capitalização! Aí você pergunta sobre as opções de investimento reais e ele lhe apresenta um monte de opções de fundos de investimento e previdência apresentando somente o percentual de rendimento anual acumulado, sem falar das taxas de carregamento, administração etc. ou quando fala você se sente tão confuso que acaba por optar por aquilo que ele lhe disser. Bem, não é assim que você deveria cuidar se sua vida financeira!

Entretanto, apesar das diversas consequências negativas que a atual recessão econômica e proposta de reforma da Previdência Social podem ter, há um impacto positivo: muitos brasileiros estão se conscientizando da importância de serem mais proativos quanto à sua aposentadoria. Não dá mais para simplesmente esperar alcançar a idade para aposentar-se e contar somente com o INSS (e há quanto tempo isso já não é insuficiente?).

Em outras palavras, aos poucos, estamos começando a investir mais e melhor. Quem não investia há pouco tempo começou a investir na poupança e quem já tinha algum na caderneta de poupança já está movendo para outras opções mais rentáveis, em busca de retornos melhores. E isso não é pouca coisa, é um passo gigantesco: é muito difícil quebrar vícios culturais, principalmente quando o impacto dos mesmos só pode ser percebido após décadas, quando já não há mais como corrigir as consequências.

Para entender a importância não somente do “investir” mas também do “como investir” para aqueles na faixa dos 18 aos 40 anos, é preciso analisar o momento atual sob três óticas:

  • Para quem é aposentado ou está se aposentando hoje, a Previdência Social trata-se de um direito pelo qual lutou-se e contribuiu-se ao longo de décadas de trabalho. É um direito conquistado e não é culpa deles se a mesma foi mal gerida e levou à situação deficitária que vemos hoje!
  • Para quem ainda está na ativa e vai ter que se enquadrar à tal reforma, é praticamente um tiro no pé: estaremos pagando por décadas (49 anos no mínimo, para receber integral) para então receber o benefício por um período máximo de uma década (estou considerando aqui a pessoa que se aposenta aos 73 anos e a expectativa de vida de 83 anos). Sim, é algo bastante injusto, mas lembre-se que nosso sistema previdência necessita que você pague quem está inativo, caso contrário ele “quebra”;
  • Para quem ainda longe de entrar no mercado, acredito que haverá somente muitas incertezas quanto ao futuro da Previdência. Em minha sincera opinião, um regime de previdência que o obrigue a trabalhar por 50 anos para ter cerca de 10 anos de aposentadoria é um absurdo, entretanto sabemos que a Previdência também é responsável pela parte de Assistência Social no Brasil, o que dificultará a extinção da mesma.

Se você se enquadra no segundo perfil e possui um filho ou dependente que se encaixe no terceiro, já está mais do que na hora de não somente planejar para o seu futuro como também de seu(s) herdeiro(s). Previdência pública não é mais “a melhor solução”.

Todo ano pode ser um ano bom

Então vi um artigo sobre investimentos afirmando que “O ano que terminou não foi propício para quem pretendia colocar o dinheiro para render.” Será?

Aos que foram afetados pela recessão econômica, é óbvio que foi um péssimo plano: estar desempregado ou sofrer corte na sua renda mensal nunca é uma boa coisa, principalmente quando se pretende investir. Entretanto, para aqueles que puderam aproveitar a alta da taxa Selic, adquirir opções de investimento pré-fixadas no momento certo ou aguardou para adquirir seu imóvel em um momento mais oportuno e oferecendo a maior entrada possível, 2016 ofereceu boas condições.

Então, mais uma vez, enquanto alguns choram, outros vendem lenços… Se você foi afetado pela crise, é claro que você deve enxugar ao máximo as despesas em casa, buscar uma recolocação no mercado e traçar uma estratégia para minimizar os estragos caso isso venha acontecer mais uma vez (e fugir o máximo possível do “crédito fácil” e do endividamento!). Agora, se você conseguiu enxugar seu orçamento e fazer algum dinheiro sobrar, 2016 foi um ótimo ano e até meados de 2017 podemos ter ainda algumas boas oportunidades para investimentos em renda fixa.

Algumas opções para investir

E caso você esteja pensando em investir visando sua aposentadoria, talvez esteja diante do clássico dilema: em que devo investir meu dinheiro? Veja bem, é impossível determinar qual a melhor opção, já que depende de taxas que variam de acordo com banco, opção de investimento, montante a ser aplicado e duração da aplicação, mas um pouco do que aprendi:

  • Em vez de focar em previdência, foque em construir um patrimônio, isto é, em ter investimentos que poderão mais tarde ser herdados por seus filhos;
  • Previdência privada não é uma boa opção – primeiro porque quebra a regra anterior, segundo porque as taxas cobradas fazem com que seja uma opção menos rentável durante seus primeiros 10 ou 15 anos;
  • Fundos de investimento também não são uma opção tão boa – pelo menos aqueles que conheci, no curto prazo, apresentavam um rendimento muito fraco, praticamente igual ao da caderneta de poupança, porém com um risco maior que a mesma;
  • Tesouro Direto – esta é uma das melhores opções para quem pretende investir algum dinheiro por pelo menos dois anos, pois a tributação atingirá seu menor valor possível para tal opção;
  • LCA ou LCI – a depender das taxas oferecidas, podem ser boas opções e até apresentar benefícios quando adquiridos pelo seu banco (mas corretoras geralmente apresentam retornos melhores);
  • CDB – considero essa opção como sendo a minha nova “caderneta de poupança”, pois apresenta um bom desempenho se preciso daquele dinheiro em um prazo inferior a um ano (ou se não tenho certeza de quando precisarei), mas não é a minha primeira opção quando o assunto é aposentadoria;
  • Compra e venda de ações – se você está começando, esqueça isso. A volatilidade natural que as mesmas possuem bem como os custos (taxas de corretagem e custódia) são empecilhos para quem ainda não conhece bem o mercado acionário. Recomendo começar somente quando tiver ao menos R$ 40.000,00 em renda fixa e então usar perto de R$ 10.000,00 na compra de ações, como forma de diluir os custos e aumentar as chances de retorno no médio prazo. Em outras palavras, vai demorar um pouco!

Mas… e a caderneta de poupança?

Esqueci de falar sobre a caderneta de poupança? Xiii, foi mesmo… Mas deixa assim mesmo, esconde isso embaixo do tapete, pois a alteração realizada no rendimento da caderneta de poupança afetou o único cenário em que ela era realmente a melhor opção – quando a taxa Selic está muito baixa. Aliás, li hoje em um website a opinião de um economista sobre sua perspectiva para a economia brasileira e investimentos durante o ano de 2017 que em muito se parece com a minha, mas mudei de ideia quando o mesmo afirmou que “continuam atrativos a poupança…”. A poupança pode ser uma boa opção para quem deseja guardar algum dinheiro por alguns meses (até menos de um ano), mas como investimento a longo prazo – que é o caso de uma aposentadoria – toma uma surra de todas as demais opções de investimentos em renda fixa (exceto dos *cof* *cof* títulos de capitalização *cof *cof*).

E o mais importante quando pensando sobre o seu futuro é disciplina. Não estamos falando aqui de aplicar algum dinheiro por dois ou três meses, falamos em 20 ou 30 anos. Não estamos falando em deixar algum dinheiro esquecido e só olhar mais tarde, estamos falando em aplicações mensais, controlar o quanto está rendendo e verificar outras opções. Parece dar muita dor de cabeça? Acredite em mim quando digo que, no longo prazo, compensa e muito – e pode até se tornar divertido para você, caso goste de contas.

Bem, por hoje é só isso. Se leu o artigo todo, parabéns (eu mesmo já fiquei com preguiça só de olhá-lo, acho que vou ler só o resumo lá em cima), agora é hora de planejar-se e buscar boas opções para investir pensando em sua futura aposentadoria!

Concessão de crédito para negativados – a carruagem que vira abóbora!


Quem já acompanha nosso blog há tempos sabe qual a minha opinião quanto ao uso de crédito: quanto menos melhor. E sou bem radical quanto a isso: considero válido apenas para financiamento de moradia e, em um segundo lugar (porém bem distante), para financiamento de veículo. A razão é muito simples: apesar da euforia e ilusão de “aumento do poder aquisitivo”, tão logo se comece a pagar as prestações – e essas a pesar no bolso – percebemos que na verdade comprometemos muito do nosso potencial de crescimento econômicos no médio e longo prazo apenas para satisfazer caprichos momentâneos.


Sim, sei que há pessoas que precisam contrair dívidas para efetuar as compras de supermercado ou pagar o aluguel, mas quando estou falando de “caprichos” não estou me referindo a essas pessoas e sim àquelas que após efetuarem um empréstimo saem para jantar e usam “só um pouco do dinheiro”. Esse tipo de pensamento, sim, é que é prejudicial – e se você tem feito isso, por favor, pare agora mesmo!


Caso não pare, uma vez que não possa mais pegar dinheiro emprestado por estar com “nome sujo na praça” já sabe o que acontecerá – correrá atrás de crédito para negativados, cujas taxas mais baixas ja começam em mais de 8% a.m. (algumas instituições financeiras chegam a cobrar taxas de quase 23% a.m.!). Não, meu amigo, isso não é uma solução para seus problemas, isso é jogar seu dinheiro no ralo, é criar um buraco negro financeiro em sua vida!


E algumas pessoas me dirão que eu não conheço os problemas financeiros delas. Sim, vocês têm razão, não conheço seus problemas, mas sei que comprometer-se com uma nova dívida com taxas muito acima daquelas que você já possui não é a solução! Quer saber o que pode resolver seu problema?


1. Redução extrema dos gastos. Não, não estou falando em evitar comer fora ou não comprar uma roupa nova, pois estas são coisas que você provavelmente já não está fazendo (assim espero!). Estou falando em mudar-se para uma casa/apartamento com aluguel mais barato, trocar todas as marcas de produtos de seu carrinho de compras por aqueles com preços bem mais em conta, cancelamento de todo tipo de despesa não obrigatória etc.


2. Consolidação das dívidas. Se você possui dívidas em várias instituições financeiras e com taxas de juros diferenciadas, tente consolidar todas as dívidas em uma só com a taxa de juros mais baixa possível. Mas atenção, só vale a pena trocar uma dívida por outra que tenha uma taxa de juros menor! Se não conseguir isso, então é melhor manter a dívida antiga!


3. Arranje um segundo emprego. Caso você já tenha um emprego e o mesmo não tenha sido suficiente para pagar suas contas, está na hora de conseguir um segundo emprego.


4. Renegocie suas dívidas. Não é fácil, porém bancos e instituições financeiras podem renegociar suas dívidas quando percebem que correm o risco de não serem pagos em momentos de crise. Assim sendo, procure seus credores e tente renegociar suas dívidas.


E sob hipótese alguma caia na armadilha do “crédito fácil”! Caso o faça, não adianta chorar mais tarde e dizer que não havia outra alternativa – faça tudo o que estiver ao seu alcance para não entrar nessa loucura de “crédito para negativados”.

Gestão financeira na aposentadoria

Buscando atualizar-me quanto ao que estão discutindo na web, encontrei um artigo interessante no website O Dia, intitulado Planejamento alivia aposentadoria. Leitura agradável e bem clara que trata de um assunto bem simples: todo mundo sabe que o momento atual não está sendo nada favorável para quem vive da aposentadoria (ou está planejando requerer a sua), então é importante saber como superar os possíveis obstáculos financeiros que virão pela frente.


Um ponto interessante e comentado pelo website O Dia é a respeito do crédito consignado: pode parecer uma boa ideia, já que é fácil de fazer e os juros são baixos, mas se não for realizado dentro de um planejamento bastante prudente, pode ser somente o pontapé para iniciar ou aumentar ainda mais a bola de neve financeira em sua vida, causando estragos devastadores.


Outro ponto levantado é a questão da gestão financeira: como organizar-se financeiramente para reduzir o impacto da crise em seu orçamento. Como sempre, as dicas aqui apresentadas não fogem muito do nosso tripé “gaste menos, ganhe mais, invista melhor”. Se você possui bons conhecimentos ou habilidades em algo – e tenha certeza que, ao atingir essa faixa etária, todos nós temos ambas as coisas! – então você pode empregá-los a seu favor a fim de aumentar seu poder financeiro. Quem é bom em conteúdos escolares, por exemplo, pode oferecer reforço escolar, quem domina artesanato pode fazer peças para vender em feiras e exposições e assim por diante. O importante é entender que esta é uma oportunidade de fazer algo que goste e ainda ganhar algum dinheiro!


E se você pretende aposentar-se, claro, a dica é planejar-se e poupar/investir tanto quanto puder pensando em seu futuro. Há muito tempo depender somente do INSS não é um bom plano de previdência e previdência privada pode não ser a melhor opção. Assim sendo, procure por opções de investimento de acordo com o seu perfil e faça aplicações periódicas. Especialistas apontam que um mínimo de 10% de seu salário deve ser poupado para tal fim, mas quem desejar acelerar um pouco o processo pode investir mais do que isso!

Aposentadoria não é mais um bom plano para a… aposentadoria?

Pelo menos é isso que podemos perceber a partir deste artigo do site Contabeis.com.br, que nos aponta que até o ano de 2050 a previsão é de que o número de pessoas com direito à aposentadoria no Brasil dobrará, enquanto que a população economicamente ativa muito pouco crescerá, fazendo assim com que o rombo previdenciário torne-se ainda maior. Isso se deve à forma como são administrados os recursos previdenciários, como deixo claro a seguir.

Em um país com um sistema previdenciário bem estruturado, o valor recolhido mensalmente do salário de cada trabalhador ativo é investido pelo governo de forma a apresentar um bom retorno financeiro durante o tempo de vida ativo do mesmo, assim, quando ele requisita a aposentadoria, é a partir daquele montante acumulado que a sua previdência será paga. Infelizmente não é fácil garantir que esses números vão “fechar” sempre, tanto que países como os Estados Unidos preferem deixar a cargo de cada cidadão investir em um plano de previdência privada (como o 401K) e assim determinar quando possui montante suficiente para aposentar-se.

No Brasil, entretanto, o governo assume a responsabilidade pela previdência pública, mas como as contas não fecham (principalmente devido a má administração dos recursos financeiros), acaba sendo necessário retirar dos valores acumulados pelos ainda ativos para compensarem a previdência dos já aposentados em uma proporção de 3 para 1, além de precisar complementar com recursos do Tesouro Nacional. Resumo da ópera: todo ano a Previdência Social acaba operando em déficit e, só em 2014, esse prejuízo foi de mais de R$ 67 bilhões!

“E eu com isso?”, você deve estar se perguntando. Bem, se já não estamos conseguindo “fechar as contas” na situação atual, imagine nos próximos anos, com a população envelhecendo e reduzindo-se a taxa de natalidade. A principal consequência disso (além do rombo nos cofres, que já é percebido desde já) é que cada vez mais os brasileiros terão que se aposentar mais tarde, numa tentativa de equilibrar as contas.

É e não adianta resmungarmos, pois estamos falando de um fator que afeta diretamente a estabilidade econômica de qualquer país. E não, isso não é culpa do atual governo – há décadas que a previdência opera sempre em déficit. Aliás, não me lembro do dia em que fechamos um ano com superávit!

E com isso chegamos à conclusão que afirmo no título deste artigo: aposentadoria não é mais um bom plano para a aposentadoria! Quem ainda conta os dias para a chegada da aposentadoria terá que adiar mais um pouco a contagem, quem espera aposentar-se e ter bastante folga financeira para curtir a mesma também poderá decepcionar-se. Assim sendo, a fim de evitar que tal situação prejudique a sua “melhor idade”, o ideal é ter um “plano B” e começar desde já a poupar e investir pensando em longo prazo. Aquisição de imóveis pode ser uma boa ideia, mas se a grana está curta, você pode poupar o suficiente para adquirir títulos públicos e então deixar essas aplicações rendendo o máximo que puder.

Só não vou recomendar aqui a previdência privada pois, caso não haja contrapartida da empresa o retorno mesmo a longo prazo pode ser muito baixo – aliás, mesmo com contrapartida da empresa pode ser fraco, então é importante analisar o prospecto da companhia que lhe oferece serviços de previdência privada antes de aceitá-la. Eu mesmo, no momento, optei por não aderir a uma previdência privada (já aderi há muito tempo e abandonei-a), por não considerar interessante suas projeções de rentabilidade.

Enfim, “o mar não está para peixe nem para aposentado”, exceto se você começar a pensar desde já como poderá, por conta própria, complementar sua previdência e não depender mais exclusivamente da previdência pública!

O que me falta para ser um milionário?

É o sonho de qualquer brasileiro ter uma grande fortuna, poder viajar à vontade e comprar ou fazer tudo aquilo que sempre quis. Entretanto, não basta simplesmente sonhar com tudo isso para alcançar isso. Aliás, acredito que você já deve ter-se dado conta de que sonhar sozinho não é suficiente!

Outro dia li em algum lugar que “algumas pessoas dormem para sonhar, enquanto outras ficam acordadas para realizar os seus sonhos”, demonstrando assim a importância de corrermos atrás do que queremos. Não basta ficar parado, sentado, esperando. Mas, qual o melhor caminho para alcançar o sonho milionário? Bem, vamos conversar agora sobre alguns passos fundamentais no processo.

Perseverança é chave

A primeira coisa que você precisa entender é que os casos de milionários “da noite para o dia”, ou mesmo aqueles que se tornam milionários em menos de um ano, não são a regra, são exceções! Sendo assim, a forma mais comum de alcançar o sonho de ser rico é perseverar e seguir o seu plano de forma disciplinada por vários anos, passo por passo, até alcançar o “sonho americano”. Então, nem adianta fazer “cara feia”, pois não há outra saída!

Você precisa então de um plano para fazer suas economias crescerem até tornarem-se grandes investimentos a fim de colher os frutos. E isso não acontecerá de uma hora para outra, então, meu amigo, o melhor a fazer é ter disciplina e saber economizar seu dinheiro.

Reduza os gastos em 10% e invista-os

Se nada sobra do seu dinheiro para começar a investir, será muito mais difícil alcançar o seu primeiro milhão. Para a maioria das pessoas das classes média e baixa, o melhor caminho para alcançar os primeiros degraus é por meio do processo de economizar e poupar o que sobra (geralmente em uma caderneta de poupança). Assim, faça um levantamento de tudo o que gastou no último mês e, neste, tente gastar 10% a menos, transferindo mais tarde o dinheiro que não for gasto para uma caderneta de poupança, onde poderá gerar mensalmente um pequeno rendimento.

Muitos consideram que devem primeiro “ganhar muito dinheiro para só depois investir”, mas esse é um erro tremendo – o ato de investir o ajudará a entender melhor como economizar e fazer seu dinheiro “trabalhar por você”, o que o ajudará a ter sempre mais e mais em sua conta bancária.

Controle menos, faça mais

Este ponto pode parecer contraditório em relação à regra geral que diz “planeje o seu sucesso”, mas na verdade ele não diz que você não deve se planejar, pelo contrário, o planejamento é essencial. Else somente nos lembra de que, uma vez tenhamos definido nosso plano de ação, é importante que não fiquemos somente a replanejá-lo, corrigi-lo, aperfeiçoá-lo etc. indefinidamente. Se você quer realmente alcançar seu sucesso financeiro, você precisa saber a hora certa de planejar e de agir. E uma vez que tenha elaborado seu plano, não hesite em iniciar a pô-lo em prática!

Afinal de contas, não importa o quanto você planeje ou controle as informações, é a execução do plano que realmente trará o retorno financeiro esperado!

Há muitas outras dicas além destas, claro, e comentaremos sobre elas em um momento mais propício. Por agora, procure elaborar seu plano, investigue opções e, uma vez definido, siga-o como se fosse o seu mapa da mina, pois é isso que o seu plano de ação deveria ser para você!