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Tenho 38.500 problemas para resolver!

38.501 problemas, para ser mais exato! Essa é a quantidade de erros, avisos e “infos” que o Clube do Dinheiro apresenta neste momento segundo meu recém-adquirido “brinquedinho”, o WebSite Auditor, da empresa Link Assistant. É, acho que tenho muito o que fazer ao longo do resto desse ano!

Deixe-me explicar: essa semana eu estava checando meus e-mails do Yahoo!Mail (sim, ainda o uso) e encontrei em promoção uma ferramenta para auditoria de websites. Bem, como se tratava de um pagamento único (não uma subscrição mensal) e o preço não estava caro, decidi arriscar e ver se a ferramenta realmente era boa. E sim, tenho que elogiar. E não, não estou sendo pago para isso – mas se alguém da empresa Link Assistant gostar do meu review sincero e quiser me dar uma licença do BuzzBundle, não vou reclamar, hein? 🙂


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Como disse, trata-se de uma ferramenta para auditoria, então ela não vai corrigir o seu website por você. Entretanto, saber quais são os erros que devem ser corrigidos já lhe dará uma vantagem muito grande – e caso você não saiba como corrigi-los, pode gerar um relatório do mesmo e entregar a alguém capacitado a fazê-lo.

O WebSite Auditor faz uma análise de fatores de SEO, mas não somente isso, pois vários dos problemas que ela encontra são importantes não somente para otimização para motores de busca, mas também para evitar evasão de seu público-alvo. Por exemplo, identifiquei várias páginas com links quebrados, redirecionamentos desnecessários etc.

E como disse, atualmente ele indica que há 38.501 problemas, mas quando o executei pela primeira vez, ele apontou mais de 45.500! Resumindo: gastei cerca de 4 ou 5 horas, mas já resolvi perto de 7.000 problemas! A má notícia é que muitos dos que sobraram são bem mais demorados, e a boa é que quando eu terminar de resolver tudo o Clube do Dinheiro vai oferecer uma experiência de usuário muito melhor, sem contar que isso me motivou até mesmo a planejar futuras melhorias de layout! 🙂

Já realizei uma auditoria sobre o GigaMundo.com e lá foram encontrados… 14.671 problemas – é um website menor, com menos páginas, e usa somente a plataforma WordPress, então tudo isso contribuiu para ter uma quantidade bem menor de erros. Pretendo realizar auditorias em todos os meus websites (que não são muitos, já que me desfiz de vários dos mesmos há um bom tempo), mas quero primeiro terminar de corrigir este aqui, pois auditar e não corrigir é a mesma coisa que não fazer nada!

E você, amigo leitor, tem feito auditorias em seu website/blog/loja virtual?

Papo reto: sem novidades na economia brasileira, dicas para sair do vermelho e o que aconteceu com os desafios mensais


Olá e aqui vamos nós para mais um papo reto! Fiz um apanhado das notícias e artigos sobre economia e finanças pessoais mais relevantes dos últimos três dias e, seguindo a tradição de apresentar aqui somente o que realmente importa para o pequeno investidor, posso resumir em duas “manchetes”: a economia brasileira está dando sinais de recuperação e muitas dicas para recuperação financeira do indivíduo estão sendo publicadas por aí.

Além disso, hoje decidi matar a curiosidade de alguns sobre o que aconteceu com meus desafios mensais. Bem, mas primeiro vamos às notícias…

Economia brasileira se recuperando aos poucos

Publicado em: Brasil já se recuperou dos efeitos da Operação Carne Fraca, Juros em Baixa: bons resultados podem estar na bolsa de valores, Confiança do empresário atinge maior nível desde 2014, Produção industrial registra melhor setembro em quatro anos

Segundo o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, parece que o “pior” para o setor de ovinos e bovinos de corte já passou, uma vez que apenas quatro dos 93 parceiros comerciais mantêm o embargo à carne brasileira. Bem, se isso for verdade, podemos respirar um pouco mais aliviados, já que este é um setor que gera muitas divisas para o nosso país e, com a sua recuperação, podemos ver sinais melhores em nosso PIB. Além disso, quem “apostou” na recuperação do setor e comprou ações no momento certo poderá perceber um retorno financeiro em breve, conforme o mercado esquenta novamente. Entretanto é necessário garantir que erros passados não se repetirão, isto é, que a fiscalização não se tornará leniente outra vez, caso contrário, a mancha na indústria pecuária brasileira pode ser tão profunda que não se recuperará tão facilmente.

Já segundo o Dinheirama, como vivenciamos um momento de queda nos juros e a bolsa apresentou diversos sinais de melhoria, não há melhor momento para investir nela. Nesse caso, concordo porém recomendo cautela, afinal de contas ninguém pode prever o movimento da bolsa e muito menos quais ações subirão ou cairão. Assim, sugiro que não invista mais do que 30% de seus recursos para longo prazo na renda variável e se não possui experiência foque principalmente em empresas fortes e que paguem dividendos.

E voltando ao site do governo brasileiro, segundo levantamento da FGV os recentes resultados econômicos positivos fizeram com que empresários e brasileiros voltassem a ter mais confiança em nossa economia. Segundo o Brasil.gov.br “a alta no indicador é fruto tanto da percepção dos empresários a respeito do momento atual dos negócios quanto com as perspectivas para o futuro”. Isso é relativamente bom e melhor ainda se vier junto um bom pacote do governo para facilitar crédito a juros bem mais baixos para pequenos empreendedores e incentivo à inovação e à exportação. Infelizmente, esses itens estão sendo parcialmente atendidos (governo está cortando a verba para pesquisa!).

E segundo dados do IBGE, a atividade da indústria nacional alcançou melhor resultado de setembro na série dos últimos quatro anos, fazendo com que o resultado dos últimos 12 meses torne-se positivo pela primeira vez em 39 meses. Dentre as categorias econômicas as que mais cresceram destacam-se os bens de consumos duráveis (+16,2%) e bens de capital (+5,7%), já entre as categorias industriais, o primeiro lugar vai para o setor automotivo (+20,9%), seguido dos equipamentos de informática e ópticos (+16,9%).

Dicas para sobrar mais dinheiro no fim do mês

Publicado em: Veja por que seu dinheiro some no início do mês, Veja esses 7 passos e saia do vermelho, 6 dicas para fazer seu dinheiro sobrar, Conheça 4 gerenciadores financeiros gratuitos

Se há um assunto que todo blog/vlog/website/canal sobre finanças pessoais sempre aborda é como sair do vermelho e fazer seu dinheiro sobrar no final do mês. Aqui mesmo em nosso Clube temos vários artigos sobre o tema, por exemplo Como sair do vermelho e ainda ganhar dinheiro e Dez dicas sobre como ficar rico. E como não era para ser diferente, muita gente na rede abordou algumas dicas. Bem, aqui vai um resumo das mais interessantes, acrescidas de outras que, em minha opinião, não poderiam faltar:

  1. Identifique, analise e otimize o orçamento de sua família;
  2. Examine e mude todos os seus hábitos (na verdade, vícios) que o levam a gastar mais do que deveria – não vai ser fácil, mas sem a disciplina necessária, você não conseguirá chegar a lugar algum;
  3. Aprenda o significado de “cortar na carne”: você precisará economizar até de onde não dá mais se deseja livrar-se das dívidas logo;
  4. Evite a todo custo usar o cheque especial;
  5. Muito cuidado ao parcelar suas compras no cartão;
  6. Jamais pague o mínimo do cartão de crédito – é a maior armadilha, prontinha para fazer sua dívida crescer como uma bola de neve;
  7. Organize-se e evite pagar juros e multas em suas contas;
  8. Pague primeiro as dívidas com maiores taxas de juros;
  9. Planeje como pagar suas dívidas e negocie com seus credores;
  10. Há planilhas e aplicativos para gerenciamento financeiro que você pode utilizar, mas nenhum deles funcionará se você não estiver realmente disposto a sair de sua zona de conforto;
  11. Busque meios de aumentar sua renda – a Internet está cheio deles, mas já vou avisando: você não vai ficar rico da noite para o dia, trabalho é trabalho.

E para encerrar essa lista de dicas, um trechinho de um artigo do website Juros Baixos: “Qualquer pessoa que esteja com dívidas acumuladas, contas bancárias negativadas, financiamentos atrasados e o carro com busca e apreensão decretados, está no vermelho”. Não, meu amigo, essa pessoa não está no vermelho, ela está bem no meio de um buraco negro, sendo implacavelmente sugada, mas com um pouco de fé e muita reza ela ainda pode escapar dele e voltar a orbitar tranquilamente!

O que aconteceu com os meus desafios mensais

Para mim, este ano aqui no Clube ficou marcado pelos desafios mensais. Para quem não me acompanhou, aqui vai a lista:

E se você não entendeu o tamanho de cada desafio, atente-se ao fato de que cada um deveria ser cumprido num prazo de 30 dias. Sim, eu sei, insanidade – mas era justamente isso que me motivava tanto! E foi incrível, quando percebi que as metas, apesar de não serem cumpridas totalmente, alcançavam mais de 50% de completude nos dois primeiros desafios.

O problema foi quando iniciei o terceiro desafio e, como não havia terminado completamente os anteriores, comecei a ficar sobrecarregado de tarefas. Em algum momento, minha rotina estava mais ou menos assim:

  • 60 minutos de exercícios físicos;
  • 30 minutos de estudos de inglês;
  • 30 minutos de estudos de espanhol;
  • 90 minutos de estudos da italiano;
  • 60 minutos lendo (tinha acabado de assinar o Kindle Unlimited);
  • 30 minutos de passeio com o cachorro (não dá para negociar isso com Johnny);
  • Todas as minhas tarefas como docente (preparação de aulas e provas, correções, aulas, atendimento ao estudante, projetos etc.).

A essa altura você deve estar pensando “Espere aí, isso é muito coisa!”. Pois é, foi o que descobri também. Meus projetos pessoais, de pesquisa e extensão começaram a ser prejudicados. O que começou a me motivar, de repente, me fez “quebrar”. O cansaço da rotina foi tal que, quando larguei tudo, só voltei a fazer exercícios físicos mais de um mês depois. As outras atividades, então, demoraram mais ainda.

Então foi tudo desperdício? Longe disso! Nesta última semana, voltei aos estudos de inglês, espanhol e italiano e estou bastante animado – Busuu finalmente melhorou o curso de italiano e até incluiu os exames para certificação, coisa que não havia antes! Aos poucos, estou voltando à rotina, só que sem a cobrança exagerada que eu mesmo me fazia antes.

Aprendi muitas coisas com essa série de desafios e a principal é “se começar um novo desafio, interrompa o anterior”. Isso foi o que mais me prejudicou. Além disso, estou pensando se quando retomar os desafios no ano que vem os mantenho com um limite de 30 dias ou aumento para 90 dias (três meses), o que me traria não só mais tempo para conseguir resultados mais consistentes, mas também algum tempo para escrever um relatório e publicá-lo aqui (ainda estou lhes devendo aquele relatório com dicas para acelerar o aprendizado de qualquer língua, não é mesmo?).

Então é isso: não morri, não desisti, mas estou me reorganizando para não deixar nenhuma de minhas responsabilidades “cair”. Tentarei escrever mais vezes aqui, mas prometo que só vou escrever se tiver algo realmente útil para falar (estou olhando para você, Dinheirama, com seu artigo publicitário Escolhemos 4 ações para você investir agora, que na verdade não cita ação alguma e somente leva para uma landing page tentando capturar o e-mail do leitor!).

Papo Reto: Primeiros passos investindo, lenta recuperação da economia brasileira e perspectivas para 2018

Já faz um bom tempo que não publico um “papo reto” aqui, então o papo de hoje vai trazer uma análise bastante extensiva das notícias e artigos que podem impactar o pequeno e médio investidor brasileiro. E apesar de saber da importância do cenário político, não trarei aqui textos referentes a votações de Senado, corrupção e outras coisas mais – já há muito website por aí falando sobre isso o tempo todo, para que mais um, não é mesmo?

Então, falaremos hoje sobre os indicadores econômicos nacionais e a perspectiva para o crescimento do PIB para 2018, risco de rebaixamento da nota do Brasil no S&P, por onde o investidor iniciante deve começar e dicas para tornar sua iniciativa no mundo dos investimentos realmente lucrativa. Está pronto? Então, vamos!

Cenário econômico brasileiro mais ou menos estável

Publicado em: Relatório semanal – Juros Baixos, Meireles: Com reformas, Brasil pode crescer a uma taxa de 4%

Segundo o website JurosBaixos.com.br, o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (GPI-DI) está apresentando uma tendência de alta, confirmada pela subida de 0,62% no mês de setembro, como consequência da subida de preços no setor atacadista de itens agrícolas e combustíveis. Apesar disso, acumula deflação de 2,03% no ano e 1,04% nos últimos 12 meses, o que significa que é muito cedo para dizer que teremos altas seguidas da inflação nos próximos meses.

Segundo o IBGE, na comparação de julho e agosto deste ano as vendas do varejo apresentou várias quedas, com destaque para os setores de livros, jornais, revistas e papelaria (-3,1%) e combustíveis e lubrificantes (-2,9%), afetados pelo aumento do preço dos combustíveis e dos preços da celulose no mercado internacional.

Durante o 20º Congresso Brasileiro de Corretores de Seguros, o ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Dyogo Oliveira, apresentou uma projeção para o crescimento da economia brasileira em 2018 de 2,5%. Já a avaliação do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, é muito mais otimista, apontando que a economia brasileira poderá crescer a uma taxa de 4% durante os próximos três anos, caso a reforma da previdência seja aprovada. E aqui nossos pontos de vista são divergentes: o governo realmente precisa “enxugar” a máquina e melhor usar seus recursos a fim de produzir mais e não somente gerar dívidas, mas não vejo a reforma da previdência como sendo a melhor solução, pelo menos não a mais democrática, já que políticos conseguem inúmeros benefícios em termos de auxílio ou até mesmo previdenciários que muito possivelmente não serão afetados por tal reforma, sendo somente o restante da população quem “pagará o pato”.

Standard & Poor’s ameaça rebaixar nota do país caso reforma previdenciária seja adiada

Publicado em: S&P alerta rebaixamento se reforma da Previdência for adiada

E uma notícia não muito boa é que a agência de classificação de risco Standard & Poor’s (S&P) alertou que poderá rebaixar a nota do Brasil caso mudanças nas regras de aposentadoria e pensão não sejam realizadas em tempo hábil, o que pode pressionar e acelerar a votação bem como influenciar o resultado, já que ela está reforçando o interesse positivo do mercado estrangeiro na aprovação da reforma previdenciária.

Quanto menor for a nota de um país no sistema de classificação da S&P maior a probabilidade de “calote”, aumentando o risco para investidores estrangeiros que passam a exigir juros maiores devido ao risco – o que não é nada saudável para nossos cofres e bolsos, já que quando o governo paga juros maiores significa que dinheiro que poderia ser destinado para outra área (Educação, Transporte, Segurança, Saúde etc.) está sendo usado para mitigar as dívidas.

Começando a investir? Prepare-se melhor e dê seus primeiros passos

Publicado em: Poupança em 2018, Onde investir 5 mil reais?, Os homens mais ricos do mundo e do Brasil e Investir em ações é arriscado?.

O blog da corretora Rico explica por que a poupança não é um bom investimento para 2018. Quanto a isso, não vou entrar em muitos detalhes, já que desde a mudança no cálculo de rentabilização da poupança ela deixou de ser uma boa opção de investimento, tanto quando a taxa Selic está alta quanto (pior) quando está baixa, que é a situação atual.

Agora, uma coisa realmente legal que a corretora Rico escreveu (em outro post) foi quanto a opções para investir 5 mil reais que considero um dos passos iniciais de muitos que começam a investir – seja para comprar uma casa ou trocar o carro, seja para sua aposentadoria. Assim, a depender da duração da aplicação, estas são as sugestões da mesma:

  • Até seis meses – escolha aplicações seguras e evite investimentos mais arriscados. Uma opção são os títulos do Tesouro Direto, como o Tesouro Selic (LFT).
  • De seis a doze meses – continue na renda fixa e não se exponha a riscos. As opções são fundos de renda fixa e novamente Tesouro Selic.
  • De um a dois anos – quanto maior o prazo, melhor poderá ser a rentabilidade da aplicação. Nesse caso, sugerem-se fundos multimercados moderados, fundos de ações moderados e Tesouro IPCA+.
  • Dois anos ou mais – pode-se buscar alternativas mais agressivas (e portanto mais arriscadas), como fundos de ações, fundos multimercados, COE, debêntures, Tesouro Direto (prefixado e IPCA+), CDB, LCI etc.

Eu, sinceramente, considero dois anos muito pouco tempo para uma estratégia envolvendo ações ou fundos de ações, principalmente para quem está começando, mas pode ser interessante do ponto de vista de aprender na prática sobre as oscilações de mercado, não é mesmo?

Já o GuiaInvest publicou uma matéria colocando “em cheque” o pensamento comum que afirma que investir em ações é arriscado e lembra que arriscado é investir em algo sem conhecê-lo, assim sendo, se você educar-se primeiro sobre a bolsa de valores, compra e venda de ações, taxas envolvidas e retornos esperados, poderá montar sua estratégia “matematicamente bem fundamentada” e reduzirá as chances de perda e maximizará as chances de ganho no longo prazo. Você pode aprender outras dicas em nosso artigo Investindo em ações.

Bem, é isso. encerro por aqui nosso papo de hoje e espero não atrasar mais tanto nos próximos. Mas diz aí: qual a sua expectativa para a economia brasileira e qual o seu plano de investimentos para 2017/2018?

ViralTag

ViralTag define-se como uma ferramenta para “gerenciar múltiplas redes sociais, agendar posts ilimitados, reciclar conteúdo sempre atual, colaborar com sua equipe e analisar desempenho – tudo de um único painel”. Para mim, soa como um monte de palavras bonitas, mas será que é tudo isso mesmo? Será que vale a pena incluir essa ferramenta em meu (e também no seu) kit para marketing?

ViralTag - página inicial

Para quem prefere respostas curtas:

ViralTag é uma ferramenta incrível e deveria fazer parte de seu kit para marketing, principalmente se usada em conjunto com outras como Stencil ou Canvas. Seu principal ponto positivo é a possibilidade de categorizar posts (descrição+imagem+hyperlink) e incluí-los em uma lista como conteúdo sempre atual (evergreen), assim sendo automaticamente republicados segundo um período estabelecido por você. O principal ponto negativo talvez seja o preço, pois para quem está começando e ainda não possui uma grande audiência nas redes sociais o plano individual por USD 24.00 mensais pode ser bastante salgado.

Dito isso, agora vamos analisar com calma a ferramenta (e, “de quebra”, esse artigo pode lhe servir como um tutorial sobre a mesma)…

Por que mais uma ferramenta para marketing em redes sociais?

Não é de hoje que realizo pequenos experimentos quanto a marketing em redes sociais. Por muito tempo realizei testes com o Twitter, entretanto negligenciei bastante o Facebook, pois entendia que demandaria muito tempo de mim engajar e publicar adequadamente em ambas as redes sociais, afinal de contas a maior parte das ferramentas que tenho utilizado requerem ainda a publicação manual para o Facebook, entretanto ViralTag tem uma pegada diferente, permitindo agendar e até mesmo reusar de forma automatizada conteúdo (textual e visual) nas principais redes sociais.

E como ele pode ajudá-lo? Após experimentá-la por alguns dias (eles oferecem um trial de duas semanas, porém eles foram muito atenciosos e expandiram o limite de meu trial por mais uma semana), posso dizer que ela oferece facilidades para:

  • Conectar contas de usuário de seis grandes redes: Twitter, Facebook, Pinterest, Tumblr, Linkedin e Instagram (senti falta somente do Google+);
  • Publicar ou agendar posts com conteúdo visual e hyperlink (nem toda ferramenta que testei até o momento oferece isso!);
  • Categorizar posts (facilita repostagem posterior) bem como marcá-los como “evergreen”, assim a própria plataforma pode republicar de acordo com um período especificado por nós sem intervenção humana alguma (como já disse, o ponto mais forte da ferramenta, sem dúvida);
  • Buscar postagens dentro de certos nichos (todos em inglês, infelizmente) para publicar em sua própria conta (facilitando assim encontrar conteúdo para publicar);
  • Publicar qualquer imagem encontrada na web (isso mesmo, após instalar uma extensão no Chrome, todas as imagens da web aparecerão com um botão “Schedule”, basta clicar, escrever uma descrição e publicar ou agendar).

Resumindo, uma plataforma para gestão de conteúdo para redes sociais. Vale lembrar que ela não oferece facilidades para criação de conteúdo visual (isto é, editar imagens, incluir texto, mudar fonte etc.). Para tal, você deve utilizar uma outra ferramenta com essa finalidade como o Canvas ou o Stencil. Muitas das imagens vistas na conta Twitter do @ClubeDoDinheiro foram criadas por meio do Stencil (como o tweet comemorando 50 mil seguidores), que adquiri em uma super promoção que houve no AppSumo – teve há pouco outra promoção, mas só tive conhecimento quando já havia acabado, por isso não indiquei aqui. Além disso, ViralTag não possui como foco facilitar o engajamento direto com seguidores – para isso, você precisará usar outras ferramentas.

Enfim, criei uma conta trial (gratuita por 15 dias, não precisa de cartão de crédito, nada!), efetuei login, conectei algumas contas de usuário (e a página do Clube do Dinheiro no Facebook) e já estava pronto para brincar um pouco…

O dashboard


ViralTag - dashboard

Como pode ver na imagem acima, assim que efetuo login vejo as minhas contas de usuário/página conectadas e os posts que estão atualmente agendados para elas. Isso ajuda muito para saber se possui conteúdo agendado o suficiente para cada uma delas, mas não é muita novidade – outras plataformas de gestão de conteúdo para redes sociais também o fazem.

Perceba que no topo, na horizontal, posso acessar os posts já adicionados por meio das opções: Scheduled Posts (postagens agendados), Drafts (rascunhos), Recent Posts (postagens recentes), Evergreeen Content (conteúdo sempre atual), Failed Posts (postagens falhas) e Posting Schedule (agendamento de postagem, para definir os melhores horários para postagem).

Se você observou bem a imagem anterior, percebeu que a próxima postagem agendada teria a descrição “Sucesso é conseguir o que você quer, felicidade é querer o que você consegue. ~W. P. Kinsella”. Se está curioso para saber se a postagem agendada foi posteriormente publicada corretamente, basta dar uma olhada nesse tweet sobre sucesso e felicidade.

Pensei em publicar imagens de cada uma das opções do topo, mas vou encurtar e ir direto para aquela que me chamou mais atenção: Evergreen Content.

Viral Tag - conteúdo sempre atual

Nesse teste, escolhi algumas imagens com frases relevantes que já publiquei aqui no blog e, ao postá-las, marquei como “evergreen content”, de forma que serão republicadas com um intervalo mínimo de 7 dias entre elas.

Alguns podem criticar, dizendo que tal forma de automação impacta negativamente a base de seguidores, que estarão vendo o mesmo conteúdo repetidamente etc. Mas não poderiam estar mais longe da verdade: ao menos para redes como Twitter e Facebook, onde a relevância do conteúdo e o momento em que foi publicado ajudam a determinar se um seguidor verá ou não uma postagem, menos de 5% de sua base de seguidores verá cada postagem. Assim, mesmo que eu republique um conteúdo 7 ou 10 vezes, as chances são de que minha postagem seja impressa no feed de uma pessa uma ou duas vezes somente. Lembre-se que você desempenhará um esforço na criação de conteúdo visual útil e realmente relevante, logo você precisa maximizar as chances de o mesmo ser visto!

Combinando agendamento e reciclagem de postagens, percebo que o verdadeiro valor dessa ferramenta virá no médio e longo prazo: durante o primeiro ano de uso você criará imagens e campanhas publicitárias para diversos períodos do ano (dia das mães, dia dos pais, dia das crianças, black friday, natal etc.) bem como conteúdo que pode ser reusado a qualquer momento (mensagens inspiradoras, homenagens e tal). No segundo ano de uso, você já terá muito conteúdo criado, poderá então:

  • Revisar estatísticas de acesso para determinar qual tipo de conteúdo atraiu maior engajamento e em quais horários;
  • Revisar todo o conteúdo, reagendando aqueles que considerar bons e melhorando os “nem tanto”;
  • Revisar os conteúdos “sempre atuais”, removendo aqueles que achar que não são mais interessantes e incluindo outros melhores.

Percebeu que o tempo todo eu disse revisar, reagendar e melhorar? Isso significa que, conforme você for usando a ferramenta, você gastará menos tempo e o foco será em revisão e melhoria do conteúdo. Claro, você ainda precisará planejar suas novas campanhas, já que seus clientes não querem ver somente conteúdo velho, mas dá para reaproveitar de 40% a 70%!

Agora, vamos dar uma olhadinha no Posting Schedule

ViralTag - Agendamento de postagem

Parece um quadro de horário, incluindo para cada dia da semana o horário em que desejo que a postagem aconteça – no meu caso, mantive o quadro padrão da ferramenta, que me pareceu bom o suficiente. Caso você queira um desempenho melhor, você pode clicar em “Get Recommended Times”, conectar à sua conta do Google Analytics e a ferramenta então passará a usar os dados estatísticos providos pelo GA para definir qual o melhor horário para publicar. Fiquei tentado a experimentar, mas como se tratava somente de um trial, preferi focar em analisar a publicação e o agendamento mesmo.

Adicionando uma nova postagem

Agora, vamos analisar as principais opções na sidebar à esquerda, onde vemos um “+” (adicionar nova postagem), Home (página inicial, retorna à primeira tela do painel), Explore (explorar, permite encontrar conteúdos para compartilhar), Circles (círculos, lá você pode entrar em um círculo e interagir com outros usuários do mesmo nicho), Reports (relatórios, principalmente sobre desempenho de sua conta de usuário/página e do nível de engajamento com suas postagens), Accounts (contas, onde você pode adicionar ou remover suas contas de usuário).

Destas opções, claro, aquela que você usará mais é a primeira, para adicionar postagens, então vejamos como ela funciona.

ViralTag - adicionando nova postagem

Ao clicar no “+” abrirá esse popup, no qual podemos escolher ao topo em quais contas de usuário/páginas desejamos publicar (sim, podemos escolher publicar em mais de uma ao mesmo tempo, reduzindo o trabalho de publicar em uma por vez), subir uma imagem (clicando no botão ou arrastando e soltando sobre a área), escrever uma descrição e o hyperlink a ser incluído na mesma, marcar (ou não) a postagem como “evergreen” e definir a categoria. Dica: se usar essa ferramenta, crie categorias por assunto, o que vai facilitar e muito reusar posteriormente o conteúdo já criado!

Depois desse “trabalho todo” (em menos de 30 segundos a postagem está pronta!), você escolhe se deseja agendar para determinada data e horário (schedule), adicionar à fila dos agendados (add to queue) ou publicar automaticamente (publish now). Se você possui 30 ou 40 postagens para os próximos dias e não se importa muito com qual a data ou hora exata em que serão publicadas, basta ir adicionando cada uma e clicando em “add to queue” e a mágica será feita (claro, verifique antes se a Posting Schedule está de acordo com os momentos do dia em que sua audiência está mais ativa naquelas plataformas).

E se há uma coisa que gostei dessa ferramenta é a possibilidade de usar uma extensão do Chrome, tal que toda vez que eu via alguma imagem interessante na web poderia simplesmente clicar sobre o botão “Schedule” que apareceria sobre a mesma e seria levado para o popup de adicionar postagem, com a imagem já carregada e os campos pré-populados. Isso facilita bastante na hora de encontrar e compartilhar novidades do meu nicho e tenho certeza que consultores e donos de lojas virtuais podem ser valer muito disso também!

Explorando outros conteúdos

A ferramenta também possui uma funcionalidade para facilmente explorar conteúdos a partir de categorias pré-definidas:

ViralTag - explorando nichos

Infelizmente, não há muito (nenhum) conteúdo em língua portuguesa, então naveguei pelas categorias em inglês mesmo e escolhi a categoria Food, apenas para ilustrar aqui. As postagens adicionadas já incluem imagens, descrição e hyperlinks, mas você pode alterar quaisquer informações.

Preços?

A ferramenta em si é muito boa, mas os preços são um pouco acima do que eu esperava. Para começar, a não ser pelo trial (que é limitado a 15 dias), a ferramenta não oferece um plano gratuito como várias ferramentas fazem.

O plano individual custa USD 24 por mês e lhe dá direito a 1 usuário (no caso, só você pode acessar seu dashboard, não terá uma conta para um assistente, por exemplo) e 10 perfis sociais (cada conta de usuário no Twitter, conta de usuário no Facebook, página no Facebook etc. conta como um perfil social). A quantidade de perfis está mais do que suficiente para a maioria dos pequenos empreendores brasileiros, o problema mesmo é quando a gente converte aquele preço lá para nossa moeda.

O plano pequena empresa custa USD 79 por mês e lhe dá direito a 3 usuários (isto é, além de sua conta você poderá ter contas para dois outros funcionários participarem) e 25 perfis sociais. É bastante perfil, suficiente para não somente seu próprio negócio como também gerenciar perfis de três ou quatro outros negócios – entretanto no FAQ deles é expresso que você deveria gerenciar contas para somente uma marca e uma pessoa física, então a não ser que você crie contas específicas para segmentos dentro de seu nicho não vejo necessidade de tantos perfis sociais.

O plano marca custa USD 249 ou mais por mês e lhe dá direito a 5 ou mais usuários e 50 ou mais perfis sociais. Com isso aqui já dá para gerenciar uma agência de social media marketing! A não ser que você seja uma Amazon ou Rede Globo, é bem provável que não precisará criar e segmentar tantos perfis sociais assim.

Agora, caso você seja profissional em internet marketing ou affiliate marketing, a depender do número de perfis sociais que você gerencie e de já ter uma boa estratégia de conteúdo os planos pequena empresa ou marca podem ser-lhe interessantes, sim. Digo isso porque, como exigem um investimento maior, se está começando e não tem certeza é melhor começar pelo mais barato, aprender como usar, construir sua estratégia e só então expandir.

Mas se você é blogger, não pense que foi deixado de fora, pois a empresa oferece um plano blogger, custando USD 7 por mês e lhe dá direito a 1 usuário e 3 perfis sociais. É, também acho que deveriam ser pelo menos 5 perfis sociais aqui, pois eu mesmo já preencheria todas as vagas com minha conta do Twitter e minha conta e página no Facebook.  Além disso, escreva um review sincero sobre o que achou da ferramenta e receberá um período de experimentação bem maior: seis meses grátis. Tempo suficiente para montar uma boa estratégia de conteúdo a ser adotada no Twitter e Facebook, não?

Como experimentei a ferramenta e gostei muito dela, decidi escrever esse review. Agora tenho que planejar uma boa estratégia de conteúdo e engajamento com meu público-alvo para ver se o custo de USD 7/mês é só despesa ou se vira investimento, não é mesmo?

Já conhece o Portal do Investidor?

Há um site governamental chamado Portal do Investidor que possui muita informação útil e de boa qualidade a todo tipo de perfil de investidor, então se você ainda está começando ou já está a caminho de sua meta financeira (talvez ficar rico ou o famoso um milhão de reais?), o mesmo é praticamente um ponto de parada obrigatória para inteirar-se sobre o mercado mobiliário (bolsa de valores), educação financeira e outras coisas.

Talvez você esteja se perguntando por que só agora estou falando sobre o mesmo, já que ele não é tão novo assim. Na verdade, já o havia conhecido antes, mas não me interessei tanto na época. Hoje, fazendo uma “limpeza” nos favoritos salvos em meu computador, encontrei por acaso o link para o Portal do Investidor, fiz uma visitinha e fiquei mais do que surpreso com a qualidade do conteúdo lá disponível: há cartilhas, livros e cursos disponíveis online gratuitamente e até um blog sobre investimentos (que, claro, vou começar a seguir e talvez apareça por aqui nos resumos de notícias que publico esporadicamente).

E para ajudá-lo a ir “direto ao ponto”, vasculhei as principais páginas e notícias linkadas na página inicial e encontrei uma porção de coisas legais que podem lhe interessar, veja aí!

Logomarca Portal do Investidor

Cursos da CVM

A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) lançou uma plataforma de aprendizagem virtual contendo cursos básicos porém fundamentais para quem quer cuidar de sua educação financeira. Já estão disponíveis três cursos: Educação Financeira Para Jovens, Poupança e Investimento e Matemática Financeira Básica.

A ideia é ótima e, apesar de já haver outros cursos, livros e blogs sobre o assunto, acredito que um novo curso nunca é demais, já que são autores diferentes, logo com contribuições diferentes. A minha única queixa é pela oferta de somente três cursos: o mercado mobiliário e de investimentos financeiros é tão grande que eles deveriam se apressar e oferecer um leque de cursos muito maior! Mas, ao menos já dá para “esquentar o motor”, não é mesmo?

Ah, e aqui está o link para a página: Cursos da CVM.

Guias e Livros

A CVM possui uma biblioteca no Rio de Janeiro com um acervo de 15.000 livros. O problema é que, quem não mora no Rio não tem como acessá-los, não é mesmo? Pois é, mas não fique triste não, que a CVM também está priorizando sua relação com o investidor por meio da web e para tal tem lançado guias e livros online (em sua maioria no formato PDF) – e sim, são gratuitos, free, 0800, “na faixa”. É baixar e ler. 🙂

E, mais uma vez, para facilitar o seu acesso, segue abaixo os nomes das publicações com os respectivos endereços eletrônicos:

Guia de Fundos de Investimento Imobiliários (2ª edição)

Guia de Planejamento Financeiro (página com PDF e planilha)

Livro 40 anos CVM – A história da CVM pelo olhar de seus ex-presidentes

Livro Mercado de Valores Mobiliários Brasileiro

Livro Relações com Investidores: Da Pequena Empresa ao Mercado de Capitais

Livro Mercado de Derivativos no Brasil: Conceitos, Produtos e Operações

Livro Análise de Investimentos: histórico, principais ferramentas e mudanças conceituais para o futuro

Histórias em Quadrinhos

Sim, isso mesmo! Com o intuito de promover a educação financeira desde a infância, estão sendo publicadas revistas em quadrinhos cuja leitura é bastante agradável. Já disponibilizaram quatro volumes e minha crítica aqui fica quanto à quantidade de revistas e quantidade de páginas nas mesmas: espero que sejam lançadas mais edições e que as mesmas ganhem mais páginas, abordando assim mais detalhes e tornando mais clara a importância de cada tema. Outro ponto a se observar é quanto à escolha dos temas: a última revista aborda clubes de investimento. Levando-se em consideração que o público-alvo são crianças, eu acredito que há vários outros temas importantes que deveriam ser abordados!

O aniversário do Vovô

A caixa mágica

Conhecendo a Bolsa de Valores

Clubinho de Investimento

#Bônus – Mais conteúdo para educação financeira de jovens!

Enquanto escrevia este artigo, lembrei-me que outro dia encontrei outro site governamental muito bem estruturado e com bom conteúdo chamado Programa Educação Financeira nas Escolas. Nele, inclusive há uma seção chamada materiais onde você pode baixar livros sobre educação financeira planejados e projetados para o ensino fundamental e o ensino médio.

Sim, isso mesmo o que você acabou de ler! Por meio desses livros, pode-se trabalhar o tema da Educação Financeira como uma disciplina na grade curricular da escola e o professor possui um material de qualidade como suporte, algo muito bom! Agora, como não podia deixar passar, aqui vão minhas críticas (como sempre construtivas!): considerei o conteúdo abordado em casa livro com uma abordagem muito fraca para cada série, mas isso infelizmente é um reflexo da formação na maior parte das escolas públicas. Outro problema que identifiquei foi a diagramação do livro, que usou e abusou (excessivamente) das cores – apesar de ser algo interessante quando se recebe o livro já prontinho do governo, eu pretendia imprimi-lo e desisti na hora em que vi como as páginas do livro são e isso deve impedir que muitos outros façam o mesmo.

Bem, de qualquer forma, segue link da página com os livros sobre educação financeira. Já baixei todos os guias e livros, agora preciso separar um tempo para lê-los. E você, já conhecia o Portal do Investidor e todo esse material voltado para a Educação Financeira?

Como a máquina econômica funciona

Você alguma vez já se perguntou por que a Economia de um país possui tantos altos e baixos, oras em momento de plena ascensão, oras em recessão? Se sim, então hoje é seu dia de sorte, pois é sobre isso que vamos falar agora, aprendendo um pouco sobre o impacto do uso do crédito/débito na Economia. Enfim, uma “rápida visita” ao fantástico mundo do Economia – então prepara a pipoca.

Este artigo é inspirado em um vídeo do website Economic Principles denominado “How The Economic Machine Works” (isto é, o título deste artigo, porém em inglês), criado por Ray Dalio. Trata-se de uma indicação de vídeo que recebi de Tim Ferriss por e-mail e é tão simples e ao mesmo tempo impressionante a forma como se explica o modelo econômico baseado em ciclos que não poderia deixar de comentá-lo aqui. Thank you, Tim!

Assim, recomendo também a todos os amigos do Clube a também assistirem ao vídeo (compartilho-o ao final deste artigo), mas como sei que alguns podem não assisti-lo por estar em inglês ou por ser muito longo, segue agora um resumo dos pontos mais importantes – acompanhados de minha opinião, claro.

Produtividade x Débito

Suponha uma comunidade que produz e comercializa uma mesma quantidade de bens e serviços entre si ao longo do tempo. Como a produtividade se encontra constante, o valor dos bens e serviços negociados entre si não varia ao longo do tempo – nesse exemplo, não há crescimento na economia local (ela permanece estagnada naquele mesmo valor).

Agora, considere que a tal comunidade possua um crescimento constante de sua produtividade – seja por aumento do número de empresas, mão-de-obra mais abundante e qualificada, melhoria nas tecnologias e processos de produção etc. Conforme a produtividade cresce, também a economia local cresce, o que permite a todos um maior consumo de bens e serviços – uma economia próspera, não? A figura abaixo representa o impacto do crescimento da produtividade ao longo do tempo sobre a economia local.

Máquina econômica - Crescimento da produtividade

Entretanto, alguns bens de consumo ou serviços prestados podem apresentar um alto custo inicial, um valor que uma pessoa ou empresa pode não dispor naquele momento. Como adquiri-lo se não possui aquele valor? Bem, nasce o conceito de crédito, em que uma pessoa usa o crédito que recebe de uma instituição financeira para realizar a aquisição, tal instituição (credor) paga ao vendedor ou prestador de serviço e a pessoa (devedor) pagará posteriormente (de uma vez ou parcelado) pelo crédito recebido, acrescido de juros (que crescem ao longo do tempo).

Dessa forma, ao introduzir a noção de crédito no modelo econômico anterior, percebemos que podemos antecipar uma compra (fomentando o crescimento), porém posteriormente precisamos pagar por isso bem como os juros devidos (reduzindo o crescimento), então o gráfico que antes era uma linha reta começa a apresentar curvas (ciclos). Um ciclo apresenta um momento de ascensão devido ao uso do crédito seguido de uma queda devido ao pagamento do mesmo. Considerando-se somente o impacto do débito no longo prazo (de 10 a 50 anos, por exemplo) teríamos algo similar à figura seguinte.

Máquina econômica - impacto do débido no longo prazo

Isso é o que acontece quando consideramos somente o débito usado para aquisição de imóveis ou bens caros, investimento em empresas etc. Entretanto, a ideia de concessão de crédito para “giro de mercado” foi tão bem aceita que incentivou-se bastante seu uso também no dia a dia – quem aí não conhece o cartão de crédito? Assim, pessoas e empresas fazem “pequenas dívidas” para um período bastante curto, provocando ciclos menores dentro daquele ciclo maior. Nosso modelo econômico, então, seria algo parecido com a seguinte figura.

Máquina econômica - ciclo do débito no curto prazo

Meu desenho não ficou muito bom, mas acho que transmite a mensagem desejada. Cada curva (ciclo) menor pode compreender um período tão curto quanto 5 ou anos ou menos, já a curva maior indica um período bem maior. Ao longo dos ciclos menores, o governo (por meio do banco central) ajusta a taxa de juros cobrada pelo crédito concedido como forma de controlar o uso do mesmo – ao final, crédito não é dinheiro e quando se consome muito do mesmo sem que se pague de volta no mesmo ritmo, o modelo econômico “quebra”.

Então em alguns momentos o crédito está “barato” (taxa de juros baixa), facilitando o acesso ao mesmo e aquecendo a economia; em outros momentos, quando o endividamento se encontra muito alto e corre-se o risco de que as pessoas não consigam pagá-lo no devido tempo, o crédito começa a ficar mais caro, forçando os cidadãos a controlarem o uso do crédito e reduzirem seus gastos.

Inflação x Deflação

Também sobre o preço dos bens e serviços, o uso do crédito possui impacto. Quando a economia “esquenta” e as pessoas estão comprando mais, a oferta reduz em relação à demanda e mercantes tendem a elevar seus preços. Se crédito é usado nessas operações, também o seu “preço” (juros) deve ser considerado, o que pode elevar ainda mais os preços dos bens e serviços – e a alta generalizada de preços é o que chamamos de inflação.

Em contrapartida, quando há uso de crédito em excesso e as pessoas reduzem o consumo ou por qualquer outra razão o poder aquisitivo das pessoas cai (altos índices de desemprego, por exemplo), ocorre uma deflação, isto é, a queda generalizada dos preços de produtos.

Geralmente consideramos inflação como algo ruim, já que os preços dos produtos estão subindo, então isso significa que deflação é algo bom? Não, pois a mesma acontece muitas vezes não como um reajuste de preços de produtos para um “valor justo”, mas como consequência de uma grande retração da demanda devido à queda do poder aquisitivo das pessoas. As empresas, então, precisam reduzir suas despesas internamente para reduzir preços e ainda se manterem sustentáveis – dentre as possíveis consequências temos as demissões em massa e queda na qualidade dos produtos e serviços.

E, indo um pouco mais além, a combinação de queda no poder aquisitivo, deflação e elevação do desemprego inicia um ciclo de decadência muito perigoso e difícil de controlar, que pode levar anos (décadas) para voltar ao ponto em que a economia de um país se encontrava anteriormente. Estamos falando das famosas crises e recessões.

No modelo apontado (no vídeo) por Ray Dalio, esse ciclo de ascensão + decadência tomaria de 30 a 70 anos e é praticamente inevitável. Em minha opinião, pode-se prolongar o máximo possível o momento de ascensão e assim adiar (ou mesmo minimizar) o momento de decadência na Economia de um país por meio de: (1) controle intensivo do uso do crédito; (2) melhor educação financeira da população (para que entenda os prós e contras do uso do crédito); e (3) incentivo ao crescimento da produtividade.

O crédito (e consequentemente o débito) não é de todo mal, desde que você saiba como usá-lo. O empreendedor que se utiliza de crédito para abrir ou expandir seu negócio de forma sustentável e lucrativa pagará pelo crédito concedido e terá um negócio em expansão ao final – bom para ele e para a economia local. Entretanto, se você adquire crédito (principalmente no curto prazo) apenas para consumir diversos bens e serviços, estará somente pagando mais caro pelos mesmos – o que é bom para o banco (desde que você pague), mas não é bom para você.

Três regras de ouro

Ray Dalio encerra seu vídeo com três regras fundamentais para o crescimento econômico saudável:

  1. Não deixe o débito crescer mais rápido que a renda – todo débito custa (principal + juros) e se você contrair muito débito que não esteja gerando receita, logo “quebrará”;
  2. Não deixe a renda crescer mais rápido que a produtividade – aumento de renda sem aumento de produtividade significa demanda maior que oferta de produtos, elevando assim o preço destes (inflação). Em outras palavras, sua renda nominal aumenta, mas seu poder aquisitivo (aquilo que você consegue comprar) permanece o mesmo ou até meio diminui;
  3. Faça tudo que puder para aumentar sua produtividade – essa é a melhor forma para se alcançar um crescimento econômico sustentável.

E finalmente o tão falado vídeo. Ele possui 30 minutos de duração, mas é realmente muito bom e fácil de entender, já que ele se encontra bastante ilustrado. Realmente recomendo que o assista.

Imóveis ou ações: o que é melhor para o seu plano de investimentos?

Se você está iniciando no mundo dos investimentos e pergunta-se quais seriam suas melhores opções para investir, então sente aí e vamos conversar um pouco. Aliás, se você está começando agora nesse “novo universo”, já recomendo que acesse o nosso curso online Manual do Investidor ou, até melhor, assine nossa newsletter e receba por e-mail nossos e-books Manual do Investidor e Como Ficar Rico – dicas, dúvidas e comentários, ok?

Agora vamos em frente. Quem começa sempre tem uma ânsia danada por já começar investindo em ações, afinal de contas, quem nunca ouviu falar em como este ou aquele investidor ficou milionário investindo em ações? Há também aqueles que escolhem investir em imóveis, afinal de contas, é um investimento certo, sempre valoriza, não é mesmo? Bem, vamos analisar com calma cada uma dessas opções.

O que é melhor para seu plano de investimentos: imóveis ou ações?

Ganhar muito dinheiro investindo pouco em ações

Tive a ideia de escrever esse artigo lendo este artigo da corretora Rico, que aborda justamente como começar a investir na Bolsa de Valores mesmo que tenha pouco dinheiro. A princípio critiquei o artigo, pois a maioria dos artigos que tomam tal postura são bastante sensacionalistas e não apontam a incidência de custos com corretagem e custódia, que devorarão boa parte do retorno com ações quando se aplicam valores pequenos.

Entretanto, para a minha surpresa, eles comentam sobre o impacto da taxa de corretagem (mas não vi sobre a taxa de custódia) e inclusive recomendam que quem esteja começando nesse mesmo, mesmo que já tenha seu “colchão de emergência” não comece “de cara” como um day trader, pois provavelmente não conseguirá bons lucros no início.

Quem acompanha meus artigos já sabe que recomendo que faça as contas em uma planilha, considerando duas taxas de corretagem (compra e venda) para cada “pacote de ações”, o custo de custódia mensal e qual a variação mínima e máxima esperada nos preços das ações. Só assim você pode determinar se vale a pena um investimento de R$ 1.000, R$ 5.000 ou R$ 10.000 em ações. Na última vez que fiz tais calculos segundo minhas espectativas, identifiquei o seguinte:

  • Deveria começar com uma aplicação inicial de R$ 5.000;
  • Cada nova compra deveria envolver pelo menos R$ 2.500;
  • Dar preferência a ações de empresas sólidas e que paguem bons dividendos.

No meu caso, não gosto muito da ideia de day trade, preferindo o que é conhecido como position trade, por isso o foco em ações com bons dividendos (estratégia buy-and-hold). Inclusive, se você se interessou pela estratégia de adquirir ações com bons dividendos, encontrei outro artigo interessante na corretora Rico.

Mas, como disse, o artigo da Rico é bem interessante e vale a pena ser lido, pois reforça a importância de ter um bom patrimônio em renda fixa (Tesouro Direto, CDB, LCI, LCA etc.) antes de começar a investir em ações, o que torna o seu patrimônio total menos vulnerável às oscilações de mercado.

E quanto a investir em imóveis?

Segundo artigo publicado no Dinheirama, chegou a hora de voltar a investir em imóveis. Achei um pouco estranho, uma vez que o mercado imobiliário está passando por uma leve deflação no momento – e eu apostaria que essa deflação continuará pelo menos nos próximos 06 a 12 meses, então não seria esse o momento mais acertado para investir.

Mais interessante, o artigo aponta um retorno muito considerável por meio de fundos imobiliários (FII). Tais fundos podem ser interessantes para quem não possui grande montante para investir e deseja aplicar em imóveis, mas volto a considerar o resfriamento de tal mercado e o fato de que há taxas em todo tipo de fundo para dizer que talvez o retorno não seja tão rápido quanto é apontado.

E então?

Eu seguiria o caminho mais tradicional, investindo primeiro em renda fixa, fugindo de fundos e posteriormente investindo até 20% de patrimônio em renda variável (ações), sempre com foco em longo prazo.

Entretanto, essa é a minha opinião levando-se em conta o meu perfil de investidor e necessidades. E para você, amigo leitor, qual a estratégia mais acertada para um bom plano de investimentos?

Novo imposto sobre combustíveis – quem paga essa conta?

Em matéria da G1, li sobre a decisão do governo de elevar o tributo sobre combustível em R$ 0,41 por litro de gasolina e R$ 0,21 por litro de diesel (já passa a valer nesta sexta, dia 21 de julho). Enquanto para economistas esta foi uma boa decisão, acho que concordo mais com empresários que criticaram a alta de impostos. E antes que digam que estou defendendo o “bolso dos ricos”, donos de empresas milionárias etc. entenda que estou defendendo é o nosso bolso, de cada um de nós brasileiros, afinal de contas quem é que vai pagar essa conta?

Aumento do preço da gasolina... e agora?

E aí, quem paga a conta?

Pense direitinho… se aumentamos o custo do combustível, quais são os impactos diretos e indiretos sentidos pela sociedade?

  • Transporte coletivo e privado irá aumentar seus preços;
  • Transporte de carga também sofrerá reajuste;
  • Devido ao item anterior, empresários possuem duas alternativas: repassar a diferença para o consumidor (inflação) ou corte de gastos (possíveis demissões);
  • Empresas que não estiverem bem estruturadas para absorver esse imposto sem repassar para o consumidor podem não suportar – você não viu nenhuma pequena empresa fechar as portas em sua cidade nos últimos cinco anos?

Economistas dizem que é um bom momento para tal alternativa, já que tivemos uma leve deflação nos últimos meses e, mesmo com o efeito em cadeia que isso levará, não haverá impacto duradouro sobre a inflação. Mas como apontei acima, empresas que não consigam suportar tal variação (dependerá, claro, das margens de lucro da mesma bem como do impacto do preço do combustível sobre a mesma) podem meter-se em apuros – e se empresa “fecha”, o trabalhador perde seu emprego.

Estou sendo exagerado?

Talvez alguns digam que estou sendo exagerado, mas é só observar setores como indústria e comércio de perto para perceber que muitos pequenos empreendedores não estão vivenciando seu melhor momento. Toda e qualquer tributação que surja pode levar a maiores desafios em seu dia-a-dia.

A melhor saída realmente seria corte de gastos no orçamento público. Há aqueles que digam que não é possível, que não há como reduzir tais gastos. Há sim, mas não vou entrar nesse assunto agora. O importante é que devemos discutir alternativas que minimizem o impacto no bolso do cidadão brasileiro.

E o que podemos fazer por agora? Eu já estou pensando em comprar uma bicicleta para ir ao trabalho – e olha que não me lembro quando foi a última vez que andei em uma! E qual a sua opinião: concorda com o aumento do imposto sobre combustível? Gostaria de sugerir outra alternativa mais interessante a todos? Comente!

Papo Reto: tirando proveito da deflação e recuperação da produção industrial

Analisando notícias e artigos dos últimos dias dos dez principais websites e blogs das áreas de finanças pessoais, economia e emprego, identifiquei um bom leque de oportunidades para reduzir despesas e buscar novas fontes de renda, peças-chave para que possa investir melhor e construir um futuro financeiro muito melhor para você e sua família. Então, se ultimamente você esteve com a “corda no pescoço” ou procura expandir sua receita com o intuito de construir seu patrimônio, talvez os artigos aqui citados possam oferecer-lhe alguma direção.

Deflação generalizada?

Fontes:

Segundo notícias publicadas no Portal Brasil, o mês de julho também trouxe uma queda da inflação, impulsionada principalmente pela queda dos preços no mercado imobiliário e do INCC (índice nacional da construção civil) que apresentou crescimento negativo.

O que pode representar um problema para pessoas que atuam no mercado imobiliário ou que desejam vender sua casa ou apartamento, pode representar uma oportunidade para aqueles que desejam adquirir seu próprio imóvel. Além disso, se você paga aluguel possui uma forte justificativa para negociar um não aumento no reajuste anual do aluguel, já que o mercado se encontra diante de tal crise.

Também pode ser um bom momento de ir às compras e pechinchar, “brigar” por um bom desconto nas compras à vista, já que a deflação é um sinal de que menos pessoas estão comprando. Vale lembrar, claro, que você não deveria sair correndo e comprando tudo o que vê pela frente, mas somente aquilo que você já previa dentro de seu orçamento e tendo a possibilidade de pagar à vista!

Possível retomada do crescimento da economia?

Fontes:

Mais uma vez segundo dados do Portal Brasil, as áreas de agronegócios, mineração e produção industrial apresentaram resultados positivos em suas balanças, movidos principalmente pelo momento de relativa queda do dólar e aumento das exportações. São indícios de que estamos diante de uma retomada do crescimento da economia?

Bastante provável, mas para garantir isso, precisamos ver estes e outros setores apresentarem maior demanda de mão-de-obra, injetando recursos financeiros no seio da família brasileira que permitirá o crescimento saudável do comércio interno novamente. E ao que indica, alguns setores como o automobilístico ainda precisam de muito subsídio governamental para não ocorrer cortes de recursos humanos, como deixa claro o artigo Iniciativa mantém 2,7 mil empregos no setor de automóveis.

Como tirar proveito desse momento? Quem possui experiência no campo de vendas pode encontrar muitas oportunidades naqueles setores que estão crescendo. Para os demais, acredito que podemos esperar uma retomada do crescimento do comércio até o fim do ano que pode representar muitas oportunidades, principalmente para quem deseja operar no meio digital como vendedor, afiliado ou produtor de infoprodutos. Aliás, o Dinheirama publicou recentemente um artigo endossando a possibilidade de faturar algum dinheiro com vídeos, que são um tipo de infoproduto.

Artigos recomendados: Infoprodutos ainda são rentáveis?Como criar um infoproduto? e Fazer dinheiro com vídeos.

Cuidando de suas finanças e investimentos

Fontes:

Alguns bons artigos para ajudá-lo a controlar seu orçamento e melhorar seus investimentos foram publicados. Até gostei deles, mas se você já é “leitor das antigas” do Clube do Dinheiro, provavelmente já viu aqui (espalhado em diversos artigos) a maior parte senão todas esssa dicas.

Mesmo assim, aqui vai um resumo do que você pode aprender lendo estes artigos:

  • Quando economizando e investindo, não caia na armadilha de planejar somente para curto ou somente para longo prazo, você precisa dedicar recursos para desejos mais imediatos, porém sem afetar o acúmulo de recursos para alcançar metas de longo prazo;
  • Gerentes de bancos trabalham para bancos, então na maioria das vezes estão defendendo os interesses destes. Assim sendo, por mais interessante que pareça uma proposta de investimento, faça seu trabalho e analise prospectos, taxas, alíquotas de IR etc.
  • O passo-a-passo para organizar sua vida financeira familiar serve para organizar a vida financeira de seu novo negócio, isto é: separar as contas da empresa, elaborar orçamento empresarial, observar o fluxo de caixa, acompanhar todas as movimentações financeiras, reduzir custos e investir de forma planejada;
  • Muito cuidado para não cometer erros como envolver-se em despesas muito caras como a reforma de uma casa sem ter as devidas condições financeiras ou não investir o suficiente para o seu futuro;
  • Bônus: Dissocie padrão de vida de padrão de consumo. Você pode ter um estilo de vida melhor e mais saudável com sua família e ainda assim gastar menos, só depende de suas escolhas. Nenhum artigo citou isso diretamente, mas foi a primeira coisa que pensei ao ler o título de um dos artigos, algo simples porém muito ignorado.

Reforma trabalhista aprovada no Senado

Fonte:

Nathalia Arcuri gravou um vídeo no YouTube falando a respeito dos 10 pontos mais polêmicos (em sua opinião) sobre reforma trabalhista recém-aprovada pelo Senado brasileiro – vale lembrar que isso não significa que ela já entra em vigor, pelo contrário, muita coisa ainda vai rolar, ok?

Um dos pontos “polêmicos” apresentados não considero polêmico e sim uma regularização deveras importante: como ficam as despesas de quem trabalha a partir de um home office? Até pouco tempo atrás não havia regulamentação quanto a isso, assim sendo despesas como água, luz e internet ficavam por conta do próprio empregado, a proposta aponta que tais despesas são de responsabilidade da empresa, que deverá acordar com o empregado quanto desse valor e como será pago. Nada mais justo.

Há outros pontos que são considerados “polêmicos”, porém que concordo e sei que minha opinião pode desagradar a um ou outro leitor, então farei o mesmo que a Nathalia e deixar que cada um reflita a respeito e forme sua própria opinião.

E sobre o cenário político?

Não vou listar notícias do tipo: Temer fica, Temer vai; Lula solto, Lula preso; Cadê o dinheiro de Cabral etc. Isso aí já está ficando um bocado repetitivo, então vamos somente aguardar os desdobramentos da Lava Jato e esperar que todos os que participaram da corrupção sistêmica, seja de forma ativa ou passiva, sejam julgados e devidamente punidos.

Aprender italiano em 30 dias! Por que não?

Olá e estamos de volta com o novo desafio para o mês de julho, que será, mais uma vez, o aprendizado de uma nova língua – e desta vez, aprender italiano em 30 dias (e como estou começando um pouco tarde, irá até 11 de agosto).

A princípio não pretendia lançar oficialmente como um desafio (apesar de que já me planejava para estudar o idioma), mas como recebi alguns comentários dizendo que “com espanhol seria fácil”, “seria mais difícil se fosse inglês” etc. senti-me motivado a fazer mais um com outro idioma: desta vez a língua do “país da bota”. Além disso, como paguei por um ano de Busuu premium (barato, mas paguei), é um meio de aproveitar os recursos disponíveis para melhorar ainda mais o meu futuro guia sobre aprendizagem de línguas (ainda vou lançá-lo em PDF, aguardem).

E a última razão que não pode “ficar de fora” é que estou pensando em talvez seguir um doutorado em Educação com foco em tecnologias móveis para a aprendizagem de línguas. Enfim, inúmeras razões que apontavam para mais um desafio para aprender um novo idioma!

Aprender italiano em 30 dias. Desafio aceito!

Para não prolongar muito esse artigo, basta dizer que aquilo que planejei e aprendi durante o desafio para aprender espanhol (confira no lançamento do desafio e progresso após 10 dias, 20 dias e 30 dias) também será aplicado aqui, com algumas observações:

  • Os softwares que utilizarei são Busuu (possui 65 lições) e Anki. Duolingo não possui “italiano para falantes de português”, verei se há para falantes de inglês;
  • Meu foco será principalmente na leitura e escrita, porém não negligenciarei as outras competências (compreensão auditiva, fala e uso dentro do contexto);
  • Estabelecerei como meta primária a capacidade de escrever um texto de pelo menos 300 palavras em italiano e como metas secundárias a obtenção de cada um dos quatro certificados disponíveis no Busuu.

Para alcançar tal objetivo, dedicarei pelo menos 90 minutos diários à prática. Não sei se poderei dedicar mais tempo, pois ainda dedico algum tempo diário ou semanal à prática dos outros dois idiomas (inglês e espanhol). Espero que não vire uma salada de frutas em minha cabeça!