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Marketing em Redes Sociais… isso ainda funciona?

Olá a todos, puxem uma cadeira e vamos conversar um pouco sobre marketing, mais especificamente em estratégias de marketing para redes sociais. Este não é um tema novo aqui no Clube do Dinheiro, aliás quem ainda não leu sobre o assunto ou não lembra do que falamos, aqui vão uns links para refrescar a memória (mais ou menos na ordem de leitura que recomendo):

Pois é, não foi pouca coisa, não é mesmo? De quando comecei este blog até o momento as redes sociais sofreram inúmeras mudanças, muitas delas positivas do ponto de vista do usuário comum, porém várias delas prejudicando a exposição do conteúdo de pequenos e médios negócios nas mesmas – estratégia básica adotada pelas redes para forçarem-nos a pagar por espaço publicitário.

E quem mais fez isso foi com certeza o Facebook, não é, menino levado? Ainda é uma rede vantajosa de se ter em seu leque de Marketing, mas sejamos bem sinceros, é chato quando você possui milhares de seguidores em sua página ou grupo, somente três ou quatro deles recebem suas postagens e o Facebook “sugere” que você pague para alcançar sua própria audiência!!!

Outra rede que está dificultando os dias dos empreendedores é o Twitter, que tornou as regras para seguir e “des-seguir” pessoas muito mais restrita – saudades de quando podíamos seguir 1.000 pessoas de uma vez e depois ir dormir! Além disso, há um controle mais rigoroso sobre cada mensagem e, caso considerem sua mensagem “publicitária demais”, podem marcá-la e muito menos pessoas irão recebê-la. Ô vidinha difícil essa, hein?

Mas e então, com todas essas mudanças nessas e outras redes, a pergunta que fica é: Marketing em Redes Sociais… isso ainda funciona?

E a resposta é: Sim, funciona! Veja as razões abaixo…

Razão #1 – Seu público-alvo está lá

Por meio de redes sociais, ainda é possível encontrar e interagir com seu público-alvo e mesmo que você precise pagar para “aumentar o seu alcance”, você estará pelo menos gastando para alcançar o público certo, algo que você pode não ter tanta certeza quando lida com outras mídias tradicionais, como a TV, jornal etc.

Além disso, quem visitar a página de seu perfil poderá ver todas as suas postagens que, se forem bastante virais, acabarão sendo compartilhadas de novo e de novo. (Apesar de tentar levar boas postagens para minhas redes sociais, ainda não alcancei um ponto de tê-las realmente virais, mas um dia chegarei lá!)

A possibilidade de interagir com cada pessoa em um nível realmente individual pode garantir a quem trabalha com “preços caros” (bens de consumo duráveis ou soluções corporativas, por exemplo) a conseguir fechar vendas de forma mais fácil. Mas lembre-se: seu concorrente também sabe disso, então não pode vacilar!

Razão #2 – Diversificação das estratégias de Marketing

Desde 2013, eu acho, o motor de busca Google Search vem dando mais e mais rasteiras em pequenos e médios negócios com as suas “atualizações para melhor experiência do usuário”. Já expus aqui em outros momentos minha opinião sobre isso, então tudo o que quero dizer é: SEO (otimização para motores de busca) é ainda muito importante, mas você não deve confiar somente nisso!

Suas estratégias de Marketing Digital deveriam envolver pelo menos (1) Otimização para Motores de Busca; (2) Marketing por E-mail; (3) Marketing em Redes Sociais e (4) PPC Marketing. Hoje já se fala muito sobre um tal “Content Marketing” que também não deve ser esquecido, que basicamente se trata do planejamento, elaboração e distribuição de conteúdo de alto valor com foco em atração e retenção de potenciais consumidores. Então, sim, este seria um quinto ponto a se considerar também!

Então, mesmo que sua estratégia de SEO esteja lhe rendendo bons frutos, não fique somente nela: no passado, um dos meus blogs/websites alcançava mais de 75.000 visitas por mês graças a ótimo posicionamento nos motores de busca, hoje não consegue mais do que 10.000! Pode parecer muito para quem está começando e ainda não chegou lá, mas é bastante frustrante para quem já está nisso desde 2008 e conseguiu alcançar aqueles valores.

Razão #3 – Ferramentas para automatizar parte das tarefas

Quando você está lidando com redes sociais, há tarefas que você precisa fazer que são bastante chatas, como publicar de forma espaçada várias mensagens sobre o seu nicho ou produto, buscar influenciadores e possíveis consumidores etc. Mas o lado bom é que há várias ferramentas para ajudá-lo nisso. Algumas poucas gratuitas bem interessantes, porém a maioria delas pagas (às vezes, com um preço um pouco salgado).

Já usei várias delas, vou listar aqui as que lembro “de cabeça”:

  • Follow Liker for Twitter – ferramenta desktop que permitia seguir, “des-seguir”, tweetar, retweetar etc. tudo de forma bastante automática. Uma vez configurada, eu só precisava tê-la rodando em meu PC. Entretanto, nos últimos anos, várias ferramentas que funcionavam igual a ela foram processadas/desativadas pelo Twitter, eles então mudaram seu modelo de negócios e pior ainda: toda vez que eu usava a ferramenta, não demorava muito minhas contas eram bloqueadas. Era hora de dizer adeus!
  • CrowdFire – ferramenta online que também oferecia a possibilidade de seguir e “des-seguir” (porém de forma manual, você precisa clicar em cada usuário desejado) e tweetar (de forma automática), porém com um algoritmo para identificação de melhores perfis para seguir que basicamente dobrava ou mais minhas chances de sucesso aqui! Sério, fiz testes escolhendo pessoas manualmente, outras usando somente o Follow Liker (resultados mais fracos) e outras usando o CrowdFire e este último conseguia um resultado melhor dentre todos. O problema: o modelo de precificação. Eles cobram por mês e de acordo com a quantidade de contas que você quiser adicionar esse valor sobe muito rapidamente (somente duas contas sociais já custam cinco dólares por mês, se bem me lembro);
  • ViralTag – ferramenta online que oferece a possibilidade de agendar conteúdo a ser publicado várias e várias vezes na rede por meio de categorias evergreen (isto é, aquele conteúdo que está sempre atualizado, por exemplo: como ganhar dinheiro, como perder peso, como trazer sua ex de volta etc. ou imagens e frases inspiradoras). Inclusive, publiquei um review sobre ViralTag aqui, mas infelizmente não “colei” nessa ferramenta – apesar de que me deram uma licença para blogger com seis meses de gratuidade, quando percebi que o retorno dela não seria compatível com o que eu precisaria pagar mais à frente, optei por cancelar logo em vez de ficar abusando até o limite da gratuidade para fazê-lo. Inclusive, quando terminar este artigo, vou atualizar o review para mencionar isso lá!
  • PostCron – Segue a mesma linha que a ferramenta ViralTag, com foco em agendar uma postagem para ser republicada várias vezes, mas com algumas opções extra: aqui você pode controlar por postagem o intervalo de dias para sua repostagem, algo que na ferramenta anterior seria padrão para todos os posts. Além disso, para quem tem 10 contas ou mais (o caso de muitos que lidam com isso!), o preço por mês desta é muito mais em conta do que da anterior. Estava tudo indo muito bem e até pensava em aderir a ela, mas não rolou, pois conheci o plano pago da seguinte…
  • Twuffer – Essa ferramenta online já conhecia há muito tempo, mas há pouco eles liberaram uma versão paga dela que poderia facilitar e muito minha vida, pois eles “prometiam contas ilimitadas” (nada mal para quem nem sabe mais quantas contas possui no Twitter, não é?) com agendamentos ilimitados (nenhumas das outras oferecia isso!) e não, ela não serve para seguir ou deixar de seguir as pessoas. Bem, quanto ao “contas ilimitadas”, depois descobri que havia um limite, acredito que 10 contas de Twitter (sim, ela é só para Twitter), mas com a possibilidade de agendamento ilimitado a partir de arquivos CSV, tudo seria facilmente repetível e com o tempo minha produtividade só cresceria. Seu preço? $6 por mês ou $60 por ano. Um preço muito bom, comparado aos anteriores. Por que não paguei? Por que, por alguma razão desconhecida, meu cartão não deixou. Tentei três vezes, entrei em contato com o banco e me disseram que eu teria que fazer a liberação do cartão para compras internacionais no TAA. Mas eu já compro coisas de fora do país com este cartão há anos! Mas tudo bem, porque no início deste ano a AppSumo iria apresentar três ofertas de ferramentas para marketing em redes sociais bem razoáveis…
  • Planable – A primeira ferramenta em promoção na AppSumo foi o Planable, uma ferramenta que permitia o agendamento de múltiplas postagens de uma vez, vinculando cada uma delas com contas em redes sociais diferentes. Bem legal até, mas não possuía mecanismos para repostar conteúdo automaticamente e ela era muito mais focada em Agências de Marketing do que em nós pequenos empreendedores, aí acabava que eu tinha que fazer o “trabalho duplo” de postar e eu mesmo depois aprovar cada uma das postagens. Seu preço? Pagamento único de $39 (isso mesmo, paga uma vez só e pode usar para sempre – ou até a empresa falir). Parecia um preço justo e uma ferramenta que poderia atender as minhas exigências, mas aí AppSumo publicou a seguinte…
  • MissingLettr – Outra ferramenta online, desta vez com a “pegada” de criar campanhas de marketing para cada postagem. Na prática, cada campanha pegaria o conteúdo de um artigo do meu website e publicaria ao longo do ano 09 postagens em redes sociais, sendo que ela própria poderia gerar imagens interessantes para cada postagem, como esta aqui. Para cada campanha, eu gastaria entre 2 e 5 minutos revisando e ajustando conteúdo. O preço? Pagamento único de $49 (não pensei duas vezes, pedi estorno da ferramenta Planable e adquiri esta). Seu problema? Máximo de 10 novas campanhas por semana. Isso mesmo, a ferramenta permitia que eu cadastrasse websites ilimitados e até 25 perfis sociais, o que era muito bom, mas somente 10 novos (ou antigos) artigos por semana seriam preparados para novas campanhas. Isso me diz que, em média, eles automatizariam a postagem de cerca de 30 postagens por semana para mim. Pouco conteúdo quando você considera que você possui vários websites seus sedentos por tais canais, não?
  • SocialBee – Aí o AppSumo me fez sair correndo e pegar o cartão de crédito de novo (algo raríssimo de se ver!) quando anunciou o SocialBee, com possibilidade de integração com somente 10 perfis sociais, porém com possibilidade de criar 50 categorias específicas de conteúdos, alguns para republicação automática (evergreen!) e alguns para publicação somente uma vez (artigos de notícias, por exemplo). Apesar de ser para somente 10 contas sociais, a possibilidade de republicação automática real chamou-me a atenção, pois o que mais percebo nas redes sociais são contas republicando certas imagens e mensagens inspiradoras de forma espaçada e conseguindo algum sucesso disso (eu mesmo já consegui algum), então eu decidi arriscar e comprei mais esta ferramenta. Ah, e eu não posso esquecer de dizer que ela possui mesmas opções para seguir e deixar de seguir as pessoas que aquelas presentes em ferramentas como CrowdFire, porém com até mesmo mais novidades (a parte de estatísticas dele é muito boa, dá muitas ideias para melhorar), o que me deixou mais empolgado ainda! Sinceramente? A melhor compra até agora, principalmente porque na promoção da AppSumo ela saiu por $49 pagamento único. E eles ainda estão oferecendo um upgrade para 25 contas sociais e categorias ilimitadas por somente outro pagamento único de $49. MissingLettr, você sabe que infelizmente vou ter que pedir estorno, não é? Nada pessoal, foi bom enquanto durou…

Então no momento estou usando somente o SocialBee e acredito que para minhas tarefas de automação em Redes Sociais ela é mais do que suficiente. Ela facilita identificar contas para seguir, identificar quem não me seguiu de volta, agendar postagens (o difícil está sendo arranjar tempo para produzir conteúdo para pôr nela, agora!) que serão republicadas bem mais frequentemente e sem minha intervenção etc.

Quem desejar adquirir essa ferramenta nesse preço descontado, vá até o AppSumo (link afiliado, recebo $10 de crédito para minha próxima compra), cadastre-se e procure (botão “Browse”, no topo”) pela oferta do SocialBee Accelerate Plan. Mas sério, quem quiser vá logo, para depois não se arrepender por ter perdido a promoção (via AppSumo eu já comprei GetStencil, WebSite Auditor, Brain.fm e consegui um ano gratuito de WorkFlowy – hoje, sou usuário premium dele).

Agora, lembrem-se que esta ferramenta deve ser usada para tarefas que podem ser automatizadas! O relacionamento com humanos não dá, então é por isso que quem segue a conta do @ClubeDoDinheiro sempre vê a mim mesmo respondendo as mensagens recebidas bem como lançando perguntas aos outros! Identificar pessoas em seu nicho dá para ser automatizado, repostar um artigo também, mas relacionamento com pessoas, não! Você pode até automatizar uma primeira mensagem para iniciar um diálogo, mas não há algoritmo inteligente o suficiente para conversar com outra pessoa em qualquer nicho e ainda agregar valor a ambos, então quem ainda tem que fazer isso é você!

Ah e quando falei lá em cima que pedi estorno da ferramenta MissingLettr foi verdadeiro mesmo (dois estornos em um mês, eles não devem estar muito felizes comigo). Primeiro eu estava pensando em expandir minha licença do SocialBee, mas HOJE já descobri uma ferramenta que parece muito boa para e-mail marketing e não sei se vocês perceberam não tenho feito experimento algum nessa outra área por aqui, então…

Então é isso. Vale a pena, sim, ainda investir em Marketing em Redes Sociais, mas com certeza não é algo tão fácil como era algum tempo atrás. Se você tiver as ferramentas certas, consegue reduzir o tempo gasto nisso e com isso o custo envolvido. Para quem possui um negócio de grande porte e não pode dedicar tanto tempo assim a aprender os detalhes e fazer por conta própria, o ideal é contratar um gerente ou agência de marketing eficiente, mas realmente não dá para ficar de fora.

O que lhe falta para ser rico?


Todo mundo sabe – ou tem uma ideia – do que significa ser rico. Você pode ser considerado rico (financeiramente falando) se você possui alto grau de independência financeira, isto é, possui bens, negócios ou investimentos suficientes para garantir seu estilo de vida desejado. E esse deveria ser o sonho de muitas pessoas – estranhamente, para muitos não o é, por crescerem com uma “programação mental” que ao mesmo tempo em que admira repudia aqueles que alcançaram tal estágio.

Qualquer um pode ser rico. Como diz Gustavo Cerbasi: enriquecer é uma questão de escolha. E sim, essa frase dói bem lá no fundo, mas é verdadeira. O problema é que muitas vezes até queremos, se possível amaríamos escolher enriquecer, mas por alguma razão que nos foge à compreensão não conseguimos. Por quê? O que podemos fazer para mudar isso?

As razões podem ser as mais diversas possíveis. Enumero abaixo cinco das mais prováveis que muitas vezes passam despercebidas por nós. Vamos lá!

O que lhe falta para ser rico?

Seu modelo mental é seu maior inimigo

Quem acompanha o Clube do Dinheiro desde o início sabe que um dos primeiros livros que li sobre Educação Financeira foi o livro de Harv Eker, Os Segredos da Mente Milionária, que, aliás, continua sendo para mim um dos melhores livros sobre o assunto. E um dos pontos-chave trabalhados pelo autor é a questão do modelo mental.

Cada um de nós é “programado” ao longo da vida a partir de tudo aquilo que vemos, ouvimos e sentimos. Se algo nos agrada aprendemos como sendo algo positivo, se desagrada, então é negativo. Isso serve para tudo: saúde, educação, amor, amizades e… dinheiro.

Você já ouviu alguma vez que “o dinheiro é a raiz de todos os males”? Ou então, que “é mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no reino dos céus”? Ou talvez “mais vale um gosto do que um dinheiro no bolso” (conheço até a “dona” dessa frase!)?

Se ao ler alguma dessas frases você se identificou ou concordou com a mesma, então, meu amigo, você está em sérios apuros. O seu modelo mental (ou programação mental, como Harv Eker denomina) está orientado a afastá-lo do dinheiro. Significa que mesmo que você deseje o conforto da estabilidade financeira, bem lá no fundo, há um “você” dizendo-lhe que ter dinheiro não é importante e só lhe trará problemas.

Mas não precisa se desesperar, como disse, trata-se de uma “programação” e portanto você pode reprogramar sua mente de forma que ela compreenda que: (A) dinheiro não é a causa de mal algum, (B) ele somente lhe dá meios para ser quem você é (seja bom ou ruim) e (C) sabendo geri-lo você pode satisfazer diversos desejos que hoje seriam impensáveis.

Para essa “autorreprogramação” sugiro a leitura de Os Segredos da Mente Milionária que faz um excelente trabalho orientando quem está começando.

Não se preocupa com sua Educação Financeira

Outra possível razão para ainda não ter alcançado sua meta é que talvez não se preocupe o suficiente com sua Educação Financeira. Não importa quanto dinheiro você ganhe, se você não sabe como cuidar ele, acabará gastando-o todo e não alcançará seus objetivos de longo prazo.

Você monitora suas despesas mensais? Você investe uma parte pensando em curto prazo e outra para o longo prazo? Quanto e como você investe? Você acompanha canais de podcast ou YouTube sobre Economia e Finanças Pessoais?

O assunto Educação Financeira é incrível: ele começa tão simples quanto “como você gasta seu dinheiro?” e pode avançar muito, entrando em áreas que às vezes até consultores financeiros experientes têm dificuldades para responder. Qual o melhor jeito para lidar com isso então? Compreender que você precisa estar sempre se atualizando sobre o assunto!

Quem deseja começar a aprender pode, então, procurar nosso curso de Educação Financeira, que possui uma linguagem bem acessível a todos e é gratuito. Além disso, recomendo acompanhar os podcasts da CBN Economia e de Gustavo Cerbasi (não, não estou recebendo para fazer propaganda – se bem que gostaria! – é que tenho acompanhado os canais deles e gostado muito).

Não possui disciplina suficiente

Certo, então você tem se desvencilhado da “programação mental” negativa e investe em sua Educação Financeira, mas mesmo assim seu patrimônio líquido não cresce. E agora, o que pode estar acontecendo?

Bem, não adianta nada saber muito e não pôr em prática, não é mesmo? Então a minha pergunta para você é: você está tendo disciplina suficiente para exercitar tudo aquilo que tem aprendido? Se sim, você provavelmente tem feito o seguinte:

  1. Fez um levantamento do orçamento doméstico durante dois ou três meses;
  2. Identificou possíveis gargalos (despesas que podem ser eliminadas ou reduzidas);
  3. Aplicou minha regra dos 10%;
  4. Tem estudado consistentemente sobre Educação Financeira, Economia e Investimentos;
  5. Tem investido e acompanhado seus investimentos (seja em renda fixa ou variável);

Se tem feito tudo conforme o planejado, parabéns, mas lembre-se que isso não deve ser feito somente durante três ou seis meses. Você deve cuidar de sua vida financeira ao longo de anos, décadas, e sempre que algo parecer desandar, por mais leve que seja o sinal, deve voltar ao primeiro ponto e revisar tudo. Isso se chama disciplina!

O que você pode fazer para desenvolver sua disciplina? Bem, citei cinco pontos acima interessantes para servir-lhe de pontapé inicial – agora você precisa treinar, treinar e treinar.

Você nem investe!

Essa é a melhor de todas as razões! Há pessoas que reclamam da “falta de sorte”, de ainda não terem se tornado ricas, mas elas nem mesmo investem visando seu futuro!

Há várias formas de investir: você pode investir em si mesmo, aumentando seu capital intelectual e assim garantindo melhor posicionamento no mercado de trabalho ou no desenvolvimento de sua empresa, aproveitar o momento e investir em seu negócio se tiver um, investir em imóveis ou ações ou outra opção, seja fixa ou variável.

As formas de investir são inúmeras! Mas se há tantas opções, por que poucos o fazem? Primeiro por desconhecimento, e segundo por medo. Muitas vezes temos medo de um investimento não dar muito certo, de perdermos dinheiro. Minha sugestão é começar de forma conservadora, investindo naquilo em que o risco é mínimo (investimentos em si mesmo e em renda fixa) e quando achar que está pronto para algo mais arrojado aplicar um percentual baixo de seu patrimônio total, assim as perdas não o abalarão tanto e servirão como um aprendizado.

Quem quiser aprender mais sobre investimentos, dá uma olhada no meu Manual do Investidor (pretendo atualizá-lo ainda este ano).

Ainda está esperando “a grande oportunidade”!

Há aqueles que estão esperando, seja ganhar o grande prêmio da loteria, seja aparecer a “oportunidade de negócio perfeita”. Infelizmente se você somente ficar esperando a “grande oportunidade” nunca aparecerá. Ela não aparece, ela é criada.

Uma das várias frases incrivelmente motivadoras atribuídas ao jogador de basquete Michael Jordan é “Algumas pessoas gostariam que algo acontecesse. Algumas desejam que aconteça. E outras fazem acontecer”. Não é necessário dizer muito mais do que isso, não é?

E então, o que o está impedindo de alcançar sua independência financeira, de ficar rico? Comente aí!

Debêntures Incentivadas

Uma opção de investimento em renda fixa que até o momento não havia abordado aqui (falha minha!) foi as debênture incentivada, que pode representar uma boa oportunidade para o pequeno e médio investidor com perfil mais conservador que deseja diversificar sua carteira com uma opção isenta de imposto de renda e ainda assim conseguir cenários favoráveis a bons rendimentos.

Se vale a pena correr atrás de debêntures incentivadas agora?

Resumindo: Realizei uma simulação aqui e, como estamos em um cenário de inflação e juros baixos, não me pareceu muito favorável. Entretanto a decisão final deve levar em consideração simulações de outras opções de investimentos em renda fixa (Tesouro Direto, LCI, LCA e Certificado de Depósito Bancário, por exemplo), então cabe a você, investidor, realizá-las e dizer se vale realmente a pena!

Debênture - Ilustração

O que são debêntures

Uma debênture é um título de crédito emitido por sociedades anônimas não financeiras com vencimento mínimo de um ano. Trata-se de uma opção de renda fixa pois seu retorno é atrelado a algum indexador (mais comuns são IPCA e CDI) acrescido de uma taxa prefixada.

Funciona como um tipo de empréstimo com data limite para devolução do montante emprestado, pagando-se juros periódicos chamados cupons e amortizações do montante após a carência. Parece muita coisa? Calma, mais à frente faremos uma simulação e você verá como tudo ficará fácil de entender.

O que são debêntures incentivadas

Debêntures incentivadas, como o próprio nome diz, são debêntures que recebem algum tipo de incentivo fiscal, no caso, isenção de tributação de imposto de renda (IR). Isso se dá porque tais debêntures focam em investimentos em infraestrutura (logística e transporte, aviação civil, telecomunicações, radiodifusão, saneamento básico etc.), considerados prioritários pelo governo. Assim, quem investe em debêntures incentivadas estão isentos da tributação.

Vantagens das debêntures incentivadas

A primeira grande vantagem é, claro, a isenção de imposto de renda, o que facilita realizar estimativas de rendimento das mesmas para tomadas de decisão por parte do investidor.

Outra vantagem é a possibilidade de um rendimento melhor do que com a poupança ou até mesmo o Tesouro Direto. Entretanto, recomendo simular cenários em vez de tachar este ou aquele investimento como “o melhor”.

A terceira vantagem é a possibilidade de diversificação de carteira, conseguindo assim manter uma carteira de investimentos em renda fixa diversificada e, ainda assim, bastante segura.

Características específicas

Como já comentamos no início deste artigo, há várias características que definem uma aplicação desse tipo, tais como: preço unitário, data de vencimento, remuneração básica, juros remuneratórios, garantias etc.

Quando avaliando se uma debênture incentivada é interessante ou não, você deve focar principalmente em:

  • Juros remuneratórios: qual o indexador atrelado e a taxa prefixada? A combinação dos dois é atrativa?
  • Data de vencimento: caso precise vender sua debênture antes do vencimento, provavelmente terá um retorno menor do que o esperado, assim sendo, busque adquirir debêntures cujas datas de vencimento se encaixam em seu planejamento;
  • Garantias: quais as garantias de pagamento oferecidas para o caso de falência da emissora?
  • Rating: qual o rating (classificação) da emissora? Quanto mais alto seu rating (AAA sendo o melhor), menor a chance de calote (porém, provavelmente menor será o juro oferecido por ela).

Garantias das debêntures

Uma debênture pode ter garantias, isto é, bens ou condições que asseguram o pagamento da dívida em caso de falência da empresa. O problema é que uma debênture também pode não ter garantias, o que aumenta o risco – e mais uma vez, quanto maior o risco, geralmente maior é o juro oferecido pela emissora.

Quanto às garantias, elas podem ser classificadas como:

  • Debênture com garantia real: como o nome diz, há uma “garantia real”, isto é, bens que integram o ativo da emissora ou de terceiros são oferecidos como garantia;
  • Debênture com garantia flutuante: garantem prioridade ao seu credor sobre o ativo da empresa emissora, em caso de falência;
  • Debênture com garantia flutuante: garantem prioridade ao seu credor sobre o ativo da empresa emissora, em caso de falência, entretanto como os bens não estão vinculados como garantia, a empresa pode fazer o que quiser com eles sem prévia autorização, o que pode levar a pagamentos não honrados;
  • Debênture quirografária ou sem preferência: não oferecem nenhuma garantia;
  • Debênture subordinada: não oferece nenhuma garantia ao seu credor, somente aos acionistas – é a que apresenta maior risco e por isso, geralmente, maior rentabilidade.

Cálculo da remuneração

Como já mencionamos, a rentabilidade (geralmente anual) de uma debênture incentivada é calculada a partir de um indexador (os mais comuns são IPCA e CDI) acrescido de uma taxa prefixada. Dê uma olhada na tabela a seguir, extraída do website do Banco Modal no dia 08 de fevereiro de 2018:

Debêntures Incentivadas - Rentabilidade

Como se pode perceber, essas debêntures estão indexadas anualmente pelo IPCA mais uma taxa que varia de 4,7% a 5,85% (Aeroporto de Guarulhos, desculpe-me, mas com uma rating CCC e um prazo de quase 10 anos, finjo que nem te vi!).

Certo, até aí tudo bem, parece perfeito, mas é interessante trabalharmos com “números ainda mais reais” para simularmos a remuneração e entendermos como funciona, assim sendo, fui atrás do valor do IPCA acumulado em 12 meses de dezembro de 2017 (o mais recente publicado no Portal Brasil), que é de aproximadamente 2,95%.

Considerando que adquiríssemos debêntures da MRS Logística (melhor taxa dentre aquelas com rating AAA), teríamos uma taxa prefixada de 4,9%, nossa rentabilidade, então, ficaria assim:

IPCA + taxa = 2,95% + 4,90% = 7,85% a.a.

É, não é um cenário muito animador, principalmente quando consideramos que o prazo dela é de 07 anos. Mas como já lhes disse várias vezes, simule cenários (em uma planilha eletrônica, aplicativo ou website, por exemplo) – e é isso que vamos fazer agora. Para isso, utilizarei este simulador de debêntures, com os dados da debênture incentivada da MRS Logística e considerando que investiria R$ 10.000,00. O resultado obtido foi o da imagem abaixo:

Simulação de Debênture

Como se pode ver, investindo R$ 10.000,00 nessa debênture eu conseguiria um lucro líquido (é isenta de imposto de renda!) de R$ 7.121,74 (aproximadamente 71,22% de rendimento). Isso parece bom, mas lembre-se que foi ao longo de 07 anos, anualizando e “mensalizando” esse rendimento, temos o seguinte:

Rendimento anual: 7,99%
Rendimento mensal: 0,67%

Bem, realmente não é um rendimento muito alto, mas se levarmos em consideração que a poupança está em 0,43% a.m., significa um retorno quase 50% maior do que a tradicional caderneta.

Como comprar debêntures?

Você pode adquirir debêntures a partir de oferta pública inicial (quando ela é lançada) ou por meio de mercados secundários (investidores vendendo suas debêntures).

A compra de debêntures faz-se a partir de corretora de valores habilitada para isso – verifique se sua corretora já é habilitada e quais as taxas cobradas pela mesma.

Quem deve investir em debêntures incentivadas

Todos podem investir, principalmente quem busca diversificação de sua carteira e maior rentabilidade sem abrir mão da renda fixa.

Entretanto deve-se atentar ao fato de que há risco de crédito (o Fundo Garantidor de Crédito não cobre essa opção de investimento) e que seu melhor retorno possivelmente se dará quando mantendo a posse da debênture incentivada até o seu vencimento, logo elas encaixam-se melhor em planejamento para longo prazo (de 2 a 10 anos ou até mesmo mais).

Papo reto: investindo melhor em 2018, recuperação econômica e oportunidades para pequenas empresas

Caracas! O ano já começou e até agora não escrevi um artigo aqui no Clube do Dinheiro! Antes de mais nada, peço desculpas a você, amigo leitor, por tal falha minha. E agora, vamos ao que interessa: um resumo (com a minha opinião) sobre as principais notícias em Economia e Finanças que podem (e deveriam) interessar a você, pequeno (ou futuro) investidor!

Investindo melhor em 2018

Publicado em: Imposto de Renda Sobre Investimentos: O Guia Atualizado [2018]

E para começar com o pé direito, temos um artigo da corretora Rico que apresenta informações acerca de tributação sobre investimentos. Eu diria que o artigo é bom não somente pelas suas informações sobre tributação, mas como um “lembrete” sobre as várias opções de investimentos – ele cita várias opções, diversas delas para perfis bem conservadores, algumas para perfis mais ousados, e como a tributação é calculada. No resumo, é isso que temos:

  • Isentos de tributação: poupança, LCI, LCA e debêntures incentivadas;
  • Tributação segundo duração da aplicação (diversos fundos de investimentos):
    • Até 180 dias: alíquota de 22,5%;
    • 181 a 360 dias: alíquota de 20,0%;
    • 361 a 720 dias: alíquota de 17,5%;
    • Acima de 720 dias: alíquota de 15,0%;
  • Fundos de ações: alíquota de 15%;
  • Ações: isenção caso volume de vendas em um mês não ultrapasse R$ 20.000,00.

O artigo também lembra que certos fundos de investimentos sofrem a incidência do come-cotas, que nada mais é que a cobrança semestral do IR enquanto perdurar a aplicação que, por ser cobrada antes do resgate total da aplicação, acaba por reduzir sua rentabilidade.

Minha opinião: lê-lo só me ajudou a reforçar minha crença de que se você busca resultados melhores no longo prazo, vale a pena você investir em aprender sobre as diversas opções de renda fixa e a investir em ações e fazê-los sempre diretamente, evitando fundos porque, por mais bem geridos que sejam, você terá incidência de IR diferenciado, taxa de administração, taxa de carregamento (estou de olho em você, previdência privada!) etc. No início pode até custar-lhe mais caro (aprendendo, errando e tal), mas no longo prazo será uma das melhores opções.

Redução do desemprego – Economia melhorando?

Publicado em: Taxa de desemprego cai a 11,8% em dezembro, Programa Seguro-Emprego terá R$ 331,6 milhões em 2018, Os desafios para o crescimento sustentável do Brasil

Segundo dados do IBGE, a taxa de desemprego ainda é muito alta, mas ao menos caiu para 11,8% no mês de dezembro. Não diria que isso significa que a crise está completamente ultrapassada (este é ano de eleições presidenciais e o futuro político do Brasil em 2019 é bastante incerto), mas talvez estejamos nos recuperando – a passos bem lentos.

Talvez o incentivo do Programa Seguro-Emprego (PSE) tenha contribuído para a retenção de empregos e consequentemente evitar que esse número fosse maior. O PSE é um programa que permite a empresas em dificuldades financeiras negociarem a redução da jornada de trabalho de seus empregados em até 30%, enquanto o PSE cobre até 50% da perda salarial do funcionário, evitando assim uma queda muito brusca de seu poder aquisitivo. Antes de reclamar que o governo está incentivando empregados a aceitarem uma redução salarial, lembrem-se que se tratam de empresas em grandes dificuldades financeiras, ou seja, sem essa alternativa, algumas delas precisariam decretar falência por não terem condições de pagar toda a jornada de trabalho de seus empregados.

E aproveitando o momento para questionar se “a maré está realmente melhorando”, gostei muito do artigo de Álvaro Bandeira, publicado no Dinheirama, que conclui que, apesar de começarmos a ver um cenário melhor (estabilização de alguns índices, PIB voltando a crescer etc.), ainda não se pode comemorar, pois há muito “chão pela frente” e a máquina pública ainda está muito “gorda”.

Três hábitos de quem vive reclamando da falta de dinheiro

Publicado em: Veja os 3 hábitos de quem vive reclamando que está sem dinheiro

Hah! Desse artigo eu gostei e não é que ele traga um conhecimento altamente revelador, algo que ninguém ainda falou, mas “mexe na ferida” de muita gente que reclama que “não ganha o suficiente”, “as contas são muito caras”, “o dinheiro não dá para nada” e por aí vai.

O artigo aponta que há três hábitos (eu chamaria de vícios) enraizados nas mentes de tais pessoas que podem ser a causa de tais problemas. Os “hábitos” são:

  • Elas buscam satisfação imediata – raramente optam por privar-se de algo hoje para alcançar um resultado melhor no futuro;
  • Associam consumo ao prazer – há muitas formas de diversão e entretenimento prazerosas que não envolvem consumo de coisas caras, mas infelizmente tais pessoas não percebem isso.
  • Faltam-lhes disciplina e perseverança para mudar – elas até querem mudar suas vidas, mas não é da noite para o dia que vão conseguir, então se não focarem na meta ao longo de meses ou mesmo anos, não conseguirão.

Mais financiamento para o micro e pequeno empreendedor

Publicado em: Micro e pequenas empresas recebem financiamento recorde do BNDES

Se a notícia estiver certa (e os números não estiverem maquiados), temos muito o que comemorar, pois o BNDES pode estar cumprindo seu papel como banco para o desenvolvimento e financiando micro e pequenos empreendedores, em vez de focar em emprestar paras as grandes empresas – deixando as pequenas à deriva.

Segundo seus dados, em 2017, dos R$ 70,8 bilhões emprestados, R$ 29,7 bilhões (42%) foram destinados a empresas de tal porte. Bem, se tais empresas também receberem o apoio do Programa Seguro-Emprego que citamos anteriormente, é bem provável que consigam sobreviver ao período atual com muito mais força, não precisem demitir seus funcionários (cerca de dois terços dos empregos gerados encontram-se em pequenas e médias empresas) e consigam prosperar.

Tenho 38.500 problemas para resolver!

38.501 problemas, para ser mais exato! Essa é a quantidade de erros, avisos e “infos” que o Clube do Dinheiro apresenta neste momento segundo meu recém-adquirido “brinquedinho”, o WebSite Auditor, da empresa Link Assistant. É, acho que tenho muito o que fazer ao longo do resto desse ano!

Deixe-me explicar: essa semana eu estava checando meus e-mails do Yahoo!Mail (sim, ainda o uso) e encontrei em promoção uma ferramenta para auditoria de websites. Bem, como se tratava de um pagamento único (não uma subscrição mensal) e o preço não estava caro, decidi arriscar e ver se a ferramenta realmente era boa. E sim, tenho que elogiar. E não, não estou sendo pago para isso – mas se alguém da empresa Link Assistant gostar do meu review sincero e quiser me dar uma licença do BuzzBundle, não vou reclamar, hein? 🙂

Tela de WebSite Auditor
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Como disse, trata-se de uma ferramenta para auditoria, então ela não vai corrigir o seu website por você. Entretanto, saber quais são os erros que devem ser corrigidos já lhe dará uma vantagem muito grande – e caso você não saiba como corrigi-los, pode gerar um relatório do mesmo e entregar a alguém capacitado a fazê-lo.

O WebSite Auditor faz uma análise de fatores de SEO, mas não somente isso, pois vários dos problemas que ela encontra são importantes não somente para otimização para motores de busca, mas também para evitar evasão de seu público-alvo. Por exemplo, identifiquei várias páginas com links quebrados, redirecionamentos desnecessários etc.

E como disse, atualmente ele indica que há 38.501 problemas, mas quando o executei pela primeira vez, ele apontou mais de 45.500! Resumindo: gastei cerca de 4 ou 5 horas, mas já resolvi perto de 7.000 problemas! A má notícia é que muitos dos que sobraram são bem mais demorados, e a boa é que quando eu terminar de resolver tudo o Clube do Dinheiro vai oferecer uma experiência de usuário muito melhor, sem contar que isso me motivou até mesmo a planejar futuras melhorias de layout! 🙂

Já realizei uma auditoria sobre o GigaMundo.com e lá foram encontrados… 14.671 problemas – é um website menor, com menos páginas, e usa somente a plataforma WordPress, então tudo isso contribuiu para ter uma quantidade bem menor de erros. Pretendo realizar auditorias em todos os meus websites (que não são muitos, já que me desfiz de vários dos mesmos há um bom tempo), mas quero primeiro terminar de corrigir este aqui, pois auditar e não corrigir é a mesma coisa que não fazer nada!

E você, amigo leitor, tem feito auditorias em seu website/blog/loja virtual?